
#106: A história das religiões de matriz africana no Brasil
12/12/2025 | 39min
O racismo religioso reflete o passado colonial do Brasil?No episódio #106 os petianos Luiza Fagundes e Victor Manoel Coutinho recebem o professor Aldair Rodrigues para uma conversa sobre a diáspora africana e o estabelecimento das religiões de matriz africana no Brasil Colônia como forma de resistência cultural e sociabilidade. Durante o episódio, um panorama geral sobre sincretismo e racismo religioso são debatidos para nos fazer entender mais sobre esses temas sensíveis e latentes na sociedade brasileira até os dias atuais. Ao final, uma reflexão sobre intolerância e ensino de relações étnico-raciais no campo da História é feita pelo professor.📚 Para saber mais:RODRIGUES, Aldair; MAIA, Moacir. Sacerdotisas Voduns e Rainhas do Rosário: Mulheres africanas e Inquisição em Minas Gerais (século XVIII). São Paulo: Chão, 2023. RODRIGUES, Aldair. Igreja e Inquisição no Brasil. São Paulo: Alameda, 2014. Disponível para download: https://www.academia.edu/61482649/Igreja_e_Inquisi%C3%A7%C3%A3o_no_Brasil_agentes_carreiras_e_mecanismos_de_promo%C3%A7%C3%A3o_socialMOTT, Luiz. Rosa Egipcíaca: Uma santa africana no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 2023. SOUZA, Laura de Mello e. O Diabo e a Terra de Santa Cruz: feitiçaria e religiosidade popular no Brasil colonial. São Paulo: Companhia das Letras, 1986.📱Nossas redes sociais:Instagram e Tiktok: @pethistoriauff / Twitter: @pethistoria / Facebook: PET-História UFF Niterói 🎙️ Créditos: Roteiro e Apresentação: Luiza Fagundes e Victor Coutinho / Edição: Beatryz Chiarotto / Revisão: Rafael Valero

#105: Existe uma mãe ideal?
23/10/2025 | 59min
Existe uma mãe ideal? No PETCAST #105 as petianas Kamile Lima e Luiza Fagundes recebem a professora Karoline Carula e a doutoranda Ingrid Job para responder essa pergunta sob ótica da interseccionalidade de classe e raça.No episódio, é abordado pontos como o surgimento do conceito de mãe ideal e sua disseminação no Rio de Janeiro escravista, bem como o papel da imprensa.Ao final, foi realizado um paralelo entre séc XIX e contemporaneidade, analisando as construções de discursos que utilizam a maternidade.📚 Para saber mais:BADINTER, Elisabeth. Um amor conquistado: o mito do amor materno. Editora Nova Fronteira: Rio de Janeiro, 1985.CARULA, Karoline; ARIZA, M. B. A. (Organização). Escravidão e maternidade no mundo atlântico: corpo, saúde, trabalho, família e liberdade nos séculos XVIII e XIX. 1. ed. Niterói: Eduff, 2022.JOB, Ingrid. Mães de outras pátrias: As vivências maternas das imigrantes no Rio de Janeiro (18880-1908). Dissertação em História. Programa de Pós-graduação em História. Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2025. Disponível em: . Acessado em: 10 de out. 2025.O’REILLY, Andrea. Matricentric feminism: theory, activis, and practice. Dermeter Press: Canada, 2016.📱Nossa redes sociais:Instagram e tiktok: @pethistoriauff / Twitter @pethistoria / Facebook: PET-História UFF Niterói🎙️Créditos: Roteiro e Apresentação: Kamile Lima e Luiza Fagundes / Edição: Nina / Revisão: Victor Coutinho.

#104: O Segundo governo Trump e o fascismo do século XXI
07/10/2025 | 1h 4min
Censura, discursos de ódio, perseguição aos imigrantes, taxações internacionais: o que há de diferente neste segundo governo Trump?No episódio #104 as petianas Gabriela Doscher e Nina Costa recebem o professor Roberto Moll para uma conversa sobre as particularidades do segundo mandato do presidente Donald Trump e suas implicações tanto na política interna como externa dos Estados Unidos. Abordando temas como fascismo, bigtechs, políticas de imigração e tarifas internacionais, o professor nos mostra como compreender o cenário americano atual a partir da relação do governo com as bigtechs e a partir da própria história sócio-econômica norte-americana do século XX. Portanto, nosso entrevistado aponta para o atual posicionamento político e econômico dos Estados Unidos no cenário global, e como podemos pensar a inserção do país dentro do quadro de ascensão de diferentes movimentos fascistas ao redor do mundo. 📚Para saber mais: GRAHAM, David A. O Projeto. Editoria Zahar, 2025FRASER, Nancy. O velho está morrendo e o novo não pode nascer. Editoria Autonomia Literária, 2020📱Nossa redes sociais: Instagram e tiktok: @pethistoriauff / Twitter @pethistoria / Facebook: PET-História UFF Niterói Roteiro e apresentação: Gabriela Doscher e Nina Costa/ Edição: Maria Eduarda Veras / Revisão: Eduardo Barreto

Teoria marxista e as relações de trabalho mediadas pelas plataformas digitais
11/9/2025 | 1h 16min
Produção acelerada, máquinas cada vez mais inteligentes... mas nossas horas de trabalho só aumentam. Onde está o ganho? 🤔No episódio #103 as petianas Nina Costa e Maria Eduarda Veras recebem a professora Bianca Bonente e a doutoranda Maria Laura Paiva para uma conversa sobre teoria marxista e sua aplicabilidade nas relações de trabalho atuais, principalmente aquelas mediadas por plataformas digitais. Abordando conceitos como mais-valor, precarização do trabalho, mercadoria e mecanização, as entrevistadas deflagram algumas das várias contradições do capitalismo e afirmam a atualidade dos escritos de Marx para entendermos a realidade que vivemos. Dessa forma, nossas entrevistadas mostram como a precarização do trabalho no capitalismo é algo inerente ao seu funcionamento, e desse modo, tende a se manter e se reproduzir a partir da expansão do capital. Assim, o exemplo de trabalhadores por aplicativo evidencia como o avanço da tecnologia acelera o fluxo de trabalho e reforça a exploração do mais-valor. 📚 Para saber mais: PAIVA, Maria Laura. Veículos da exploração no século XXI: o trabalho mediado por plataformas digitais à luz das categorias de Marx. Revista Marx e o Marxismo – Revista do NIEP-Marx, 2025.📱Nossa redes sociais: Instagram e tiktok: @pethistoriauff / Twitter @pethistoria / Facebook: PET-História UFF Niterói Roteiro e apresentação: Nina Costa e Maria Eduarda Veras / Edição: Gabriela Magalhães / Revisão: Nathalia Athanazio

#102: O Funk carioca e a repressão estatal
28/7/2025 | 35min
No episódio #102, Rafael Valero e o estreante Eduardo Barreto recebem o professor Dennis Novaes da UFRJ, para uma conversa sobre funk carioca e repressão.Discutimos o impacto do movimento do funk nas comunidades do Rio de Janeiro a partir do seu surgimento nos anos 80 e 90, bem como a popularização do ritmo em seus diversos estilos.A conversa passa também pelas raízes históricas da repressão às manifestações artísticas do povo preto e periférico, como o samba, até chegar na perseguição ao funk e especialmente aos MC’s e produtores, como Rennan da Penha e MC Poze, além de discussões mais recentes, como a do Projeto de Lei “anti-Oruam”.📚 Para saber mais:ESSINGER, Silvio. Batidão: uma história do funk. Rio de Janeiro: Ed. Record, 2005. FACINA, Adriana. Eu só quero é ser feliz”: quem é a juventude funkeira no Rio de Janeiro. Revista Epos, v. 1, n. 2, p. 0-0, 2010.PEREIRA, Maria Alice Arrais. Baile da Gaiola: representação do funk carioca entre 2018 e 2021. (87 f). Dissertação (Mestrado em História Social) – Faculdade de Formação de Professores, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, São Gonçalo, 2024.Podcast “Do Soul ao 150”. Apresentação de Dennis Novaes. Disponível em: <https://open.spotify.com/show/4WMNxcOgHqBJDZdYudgoYz?si=b63a3a30c313415a>.📱Nossa redes sociais:Instagram e TikTok: @pethistoriauff / Twitter @pethistoria / Facebook: PET-História UFF NiteróiRoteiro e apresentação: Eduardo Barreto e Rafael Valero / Edição: Maria Eduarda Veras / Revisão: Nina Costa



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