O génio de Carlos Seixas foi sendo recuperado sobretudo por intérpretes estrangeiros no século XX, com o renascer do interesse pelo cravo. Já Beethoven ficou marcado nas páginas da música como um dos maiores compositores de sempre. Onde o amor, a surdez e a saúde lhe falharam, sobrou a magnificência musical. Nesta segunda e final parte do Vidas em Paralelo sobre dois grandes da música, continuamos com a ajuda do compositor, musicólogo e historiador, Paulo Nazaré Santos.