Não sei ser com insultos, mas sei ser freelancer.
Anda tudo meio maluco, não anda? Não costumo sair de casa — meaning ir laurear a pevide — e cada vez mais me apercebo de que… ainda bem. Ou então baixei a minha tolerância à intolerância dos outros.
Nos últimos 15 dias tive medo de levar tareia duas vezes. Também se pode dar o caso de eu ser insuportável a este ponto, mas devo ter ficado mais recentemente, porque não estava nada à espera e fiquei sempre muito assustada.
O podcast, de resto, está com boa onda, juro. Está bom tempo, isso ajuda, e também tenho estado mais atenta a bons detalhes.
Não está a ser aquele optimismo forçado — que às vezes é preciso até quando estamos num estado mais depressivo — está mesmo a ser um exercício porreiro e que me está a dar muito gozo.
Acho que me devo isso e também aos outros.
E isso leva-me aos outros assuntos que podem ver em baixo, nos capítulos, mas… essa higiene mental que conspurca a vida dos outros não ajuda ninguém e até nos faz perder amizades. É bom ter a vida organizada com o que nos dá mais prazer — comecei a dançar brega funk — mas é pena que se percam pessoas que, se estivessem bem, seriam boas adições à nossa vida… oh well.
Não me quero chibar aqui do episódio todo. Oiçam, que está rápido. Sigam o podcast porque, nos próximos episódios, terei Jovem Conservador de Direita (sou fã), Mafalda Castro (apresentadora e influencer) e JEL. Pot-pourri de riqueza.
Sigam, avaliem e comentem o podcast que cá estarei todas as semanas até perecer.