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    LUSOFONIAS - Quaresma segundo Leão XIV e D. Pedro

    20/2/2026 | 5min
    Tony Neves, em RomaLeão XIV escreveu a sua primeira mensagem da Quaresma como Papa. D. Pedro Fernandes escreveu também a sua primeira mensagem como Bispo (Portalegre -Castelo Branco). Os começos têm sempre muito fascínio, porque afiguram-se como programáticos. Este tempo favorável à conversão, à oração e à partilha é sempre desafiante.O Papa Leão apostou em duas palavras-chave: Escutar e jejuar. Apresentou a Quaresma como um tempo de conversão, altura favorável a ‘que a nossa fé ganhe novo impulso e o coração não se perca entre as inquietações e as distrações do quotidiano’.Escutar, antes de mais e acima de tudo, a Palavra de Deus, para conseguirmos melhor escutar a realidade: ‘as Sagradas Escrituras tornam-nos capazes de reconhecer aquela que surge do sofrimento e da injustiça, para que não fique sem resposta. Entrar nesta disposição interior de recetividade significa deixar-se instruir hoje por Deus para escutar como Ele, até reconhecer que ‘a condição dos pobres representa um grito que, na história da humanidade, interpela constantemente a nossa vida, as nossas sociedades, os sistemas políticos e económicos e, sobretudo, a Igreja’’.
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    Nadar em mar aberto sem ver o fundo e a metáfora de Maria Belo Braga sobre Deus - Emissão 19-02-2026

    19/2/2026 | 32min
    Maria Belo Braga diz que aprendeu a nadar em mar aberto, nos Açores, na ilha Terceira, local onde passava férias em família. Mergulhar sem ver o fundo a três metros de profundidade, caminhar por trilhos entre o verdeda paisagem e o azul do infinito, ensinou a jovem a não ter medo do desconhecido e a crescer em liberdade.
    Amadurecer entre o Movimento de Schoenstatt e a Associação Guias de Portugal deu à jovem criatividade, gosto em experimentar mas também competências sociais e humanas, além das espirituais que o mar e as tradiçõesdo Espírito Santo nos Açores foram instigando na sua vida.
    Hoje está numa fase «entre»: entre estudo, entre projetos,entre respirar e perceber o que é importante para si.  
    Em 2026 concretizou a sua quinta Missão País, com a responsabilidade de ter sido também chefe nacional. Sem esquecer a primeira, na localidade de Barreira, em Leiria, Maria Belo Braga vive cada missão como única, porque esta experiência renova os jovens, une percurso diferentes ediversifica a linguagem da procura.
    A Missão País continua a crescer. Finaliza por estes dias asua 23ª edição e continua a desafiar os jovens: «Pode ser só uma semana ou o início de uma vida».
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    Alegria no dar: quando gozar o Carnaval foi substituido pela ajuda na reconstrução - Emissão 14-02-2026

    18/2/2026 | 32min
    As várias tempestades que nas últimas semanas não deram tréguas às populações portuguesas, trazendo vento e muita chuva, mudando os planos neste fim de semana grande de Carnaval. Sair à rua, pensar em máscaras e locais defolia foi substituído pela alegria de dar, ajudando populações que foram atingidas pela tempestade Kristin, mas também Leonardo, e Marta, que desdejaneiro se fazem sentir na consequência do mau tempo.
    O programa da Igreja católica dá voz aos voluntários que dão com alegria na reconstrução das zonas afectadas.
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    LUSOFONIAS - Yaoundé e suas largas periferias

    13/2/2026 | 5min
    Tony Neves, em Yaoundé e periferiasAterrei em Yaoundé e fui levado até à Casa Provincial dos Espiritanos, no centro desta capital camaronesa. Pelo caminho, um tráfico impossível e indisciplinado, que nem sequer os semáforos respeita. O trânsito está sempre engarrafado, dia e noite, pois a cidade não dorme.  Somos constantemente ‘picados’ pelo enxame de motos que nos ameaçam por todos os lados. Há sempre diante dos nossos olhos uma mancha amarela, os incontáveis táxis, quase todos Toyota Yaris. Passamos junto da Catedral, que tive a alegria de visitar no último dia. É uma cidade enorme (sempre que perguntei pela população, recebi respostas de 3 a 6 milhões de habitantes! – não há estatísticas que resistam a um crescimento tão acelerado como descontrolado!), com comércio em todos os passeios, ruas serpenteando nas inúmeras descidas e subidas, a merecer ser chamada a ‘cidade das sete colinas’ (equiparando-a a Roma e Lisboa, apelidadas com o mesmo título!). A cidade está sempre sob uma nuvem de fumo, resultante da poluição automóvel, mas também das queimadas de lixo em plena rua.Tive a alegria de visitar três das paróquias onde os Espiritanos trabalham. Comecei por sair do centro e ir até Yeg Asi, paróquia já em contexto rural, numa área de muita plantação de cacau. Além das celebrações e reuniões na comunidade paroquial, tive a possibilidade de presidir a um funeral segundo os ritos tradicionais e católico. Faleceu um senhor de 52 anos, que deixou viúva e cinco filhos. Morreu em novembro e esteve na morgue até meados de janeiro, dando tempo ao cumprimento de todos os ritos tradicionais. O funeral foi na aldeia, junto à residência. Houve missa, sepultamento em frente à casa e, depois, comida e bebida para uma multidão de povo que ali se concentrou.
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    A procura de Deus em Auschwitz e nos dias de hoje, com o padre João Gonçalves - Emissão 12-02-2026

    12/2/2026 | 32min
    «O que é o Homem?»; «Como podemos conciliar a barbárie com a existência e a presença de Deus?»; «Deus esteve em Auschwitz?» Estas foram algumas das perguntas iniciais do padre João Gonçalves quando se propôs escrever uma tese a partir de Auschwitz, o campo de concentração onde morreram milhões de pessoas durante o regime nazi, na Alemanha, entre os anos 1939-1945.
    Como companheiros, o jovem padre encontrou na literatura racional de Elie Wiesel, nas memórias de Primo Levi ou de Dietrich Bonhoeffer, e na prosa poética orante de Etty Hillesum, pistas para afirmar que se pode falar de Deus em Auschwitz, porque ali se rezou. O sacerdote da Diocese do Funchal diz mesmo que em Auschwitz, Deus foi novamente crucificado e gaseificado, como aconteceu a tantos pequeninos e frágeis.
    Mas o livro «De profundis – pensar e acreditar em Auschwitz»não se circunscreve a um período histórico; ele quer dialogar com o tempo atual e reconhecer nos «refugiados, vítimas da guerra, pobres indevidamente repatriados, vítimas de ditaduras horrendas e escravos contemporâneos» umcaminho para que a ética reclame caminhos de intervenção na vida dos homens. Esta publicação, e o seu autor, reclama ainda um diálogo da Teologia com a Literatura e com a vida das pessoas, sob pena de os «teólogos ou crentes saberem mais das coisas do outro mundo do que deste» e falarem para anjos.

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