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  • O Crisma de Adelaide Theotónio aos 47 anos e a ecologia integral que concretiza - Emissão 27-11-2025
    Adelaide Theotónio afirma-se otimista por natureza e por isso prefere eleger caminhos em que as suas ações possam ter repercussões do que ficar a lamentar o que a COP30 deveria ter assinado e não o fez.Dinamizar o Foco de Conversão Ecológica na paróquia do Campo Grande, em Lisboa, integrar a Rede Cuidar da Casa Comum, falar da encíclica ‘Laudato Si’ em todos os contextos em que se insere, fazer opções conscientes no consumo e combater o desperdício são, mais do que caminhos, formas de estar na vida.Em todos os trajetos que percorre encontra casa: assim foiquando um despedimento coletivo a colocou num tempo inaugural da sua vida, mas arregaçou mangas e decidiu ser voluntária da Plataforma de Apoio aos Refugiados e inscrever-se na paróquia do campo Grande em Lisboa, local onde novos capítulos da sua vida se abriram.Visitar pessoas, dar catequese e ajudar na formação decrianças de 10 e 11 anos que chegam à paróquia, e participar no Movimento Católico de Profissionais – Metanoia, resulta de caminhos interiores consolidados quando aos 47 anos decidiu celebrar o sacramento do Crisma.
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    32:12
  • Dia Jubilar da Música em Viana do Castelo - Emissão 22-11-2025
    Poderá a música ser um veículo de catequese? De que forma as comunidades procuram integrar dons mas investir também na formação musical dos seus membros? O que têm as bandas filarmónicas a dizer-nos sobre música e como são elas sinal de comunidade?O padre Tiago Rodrigues, Diretor do Secretariado da Pastoral Litúrgica de Viana do Castelo junta-se ao programa da Igreja católica nesta manhã.
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    32:02
  • LUSOFONIAS - P. Telmo, cem anos a espalhar profecia
    Tony Neves, em Roma.O P. Telmo Ferraz, da Obra da Rua, celebra cem anos de vida e Missão. Membro do clero da Diocese de Bragança-Miranda, nasceu no Mogadouro a 25 de novembro 1925 e começou cedo o seu sacerdócio de rebeldia e compromisso social. Denunciava a tragédia humanitária provocada pelas condições péssimas em que viviam quantos davam a vida na construção de barragens naquele Trás-os-Montes longínquo e abandonado dos anos 50. Dedicava-se a todos os deserdados e denunciava as violações dos direitos destes pobres trabalhadores. O seu primeiro livro, ‘O lodo e as estrelas’(1960) é tão duro e profético acerca da vida dos trabalhadores na construção da Barragem do Picote, que foi visado e proibido pela censura. Mas – e talvez por isso mesmo - já em 1959 estava em Angola com os trabalhadores da barragem de Cambambe. 1963 marca o início da grande aventura pastoral e social da sua vida: a Casa do Gaiato de Malanje! Ali dedicou o melhor de si, no acolhimento e formação de jovens rapazes, órfãos ou vindos de famílias pobres. É uma obra notável que seria várias vezes arrasada e pilhada durante a longa guerra civil de Angola. Sem nunca atirar a toalha ao chão, sempre reconstruiu e recomeçou. A par de todo um notável trabalho pastoral e social, escreveu muito e de forma muito acutilante, mexendo em feridas dolorosas como só uma guerra civil pode abrir. Foi em Malanje, nesta Casa do Gaiato, que encontrei o P. Telmo pela primeira vez. Decorria o ano de 1992, após as eleições que deviam abrir as portas à paz e à democracia, depois de uma guerra colonial dura e de uma guerra civil ainda mais mortífera e destrutiva. Recorda-me a alegria e a esperança que saíam das suas palavras e gestos quando me mostrava as casas, os campos, as oficinas e, sobretudo, os jovens ‘gaiatos’ que ali viviam com ele, abrindo de par em par as portas a um futuro melhor. Só que, dias depois, recomeçaria a guerra que voltou a destruir os edifícios da Casa do Gaiato e dispersou os jovens. Mas – sempre que os militares o permitiam – o P. Telmo regressava a Casa e recomeçava a Obra com uma fé, uma coragem e uma persistência à prova de tudo.
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    5:23
  • LUSOFONIAS - A viagem dos cinco Sacramentos
    Tony Neves, em PortugalFiz alguns milhares de quilómetros para participar, ao vivo e a cores, na celebração de cinco dos sete Sacramentos da Igreja. Devo confessar que, em quase 40 anos de padre, nunca tal me acontecera!Saí de Roma em direção ao Porto. De lá rumei a Jancido, na Foz do Sousa, minha paróquia natal. Fui até à cidade de Gondomar. Desci, depois, a Portalegre, regressando ao Porto para voltar a Roma. Comecei mesmo pelo primeiro da lista dos Sacramentos: o Batismo. Na Capela de Santo Ovídio, em Jancido, batizei o Duarte, filho e neto de grandes amigos desta aldeia onde nasci, cresci e passo férias. Foi uma celebração simples mas cheia de significado, como são as vivências dos Sacramentos em família, em comunidade. A Igreja Matriz de S. Cosme e S. Damião, no centro de Gondomar, acolheu os dois Sacramentos seguintes. Celebrei a Reconciliação com duas pessoas que mo pediram quando lá cheguei, bem antes da hora marcada. Depois, aconteceu a celebração de um Casamento de família, razão primeira a obrigar-me a deixar Roma e ir até terras portuenses. A Rita e o Miguel proporcionaram uma celebração bela, viva, com muita emoção à mistura, como acontece regra geral, não tendo havido pretextos para exceções, felizmente.
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    4:54
  • A Bíblia, os desenhos e as chaves de leitura no quotidiano, com Mário Linhares - Emissão 20-11-2025
    Mário Linhares diz que começa pelos olhos quando desenha retratos, contrariando até os métodos de ensino que identificam as linhas do rosto como o primeiro traço a fazer. O retrato, que privilegia fazer ao vivo, afirma, não engana e expõe toda a verdade da pessoa desenhada. Professor e Urban Sketcher assume não usar borracha, indica o erro como lugar da beleza e explica que se interessa pela arqueologia do desenho, aquela que mostra a história do artista e a hesitação do traço.A sedução dos textos bíblicos, o “alargar quotidiano tal como fez Moisés quando ampliou o pasto do seu rebanho que o capítulo 3 do Livro do Êxodo conta”, levou Mário Linhares a procurar pontes entre a Bíblia e a sua vocação “primeira e mais clara”. A tese de doutoramento «O Espiritual no Desenho: dos textos bíblicos ao desenho quotidiano» mostra essa busca por autores contemporâneos que escrevam, pintem, cantem a influência dos textos bíblicos no quotidiano.O valor do desenho confirmou-o nas viagens como leigo missionário da Consolata. Se um médico ou um professor são essenciais em aldeias remotas para garantir educação ou a única refeição diária, um artista que se senta na rua a desenhar o que vê, congrega à sua volta uma comunidade em torno da arte que os coloca em relação – isto é tão verdade na Guiné-Bissau como no Bairro do Zambujal, na periferia de Lisboa, onde os missionários trabalham ajudando a dignificar pessoas e a construir comunidade.
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    30:42

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