devocional 1 Tessalonicenses
A nossa pregação não está fundada no engano, nem na desonestidade, nem no erro. Ao contrário, como Deus nos considerou dignos de nos confiar o evangelho, assim nós falámos, não para agradar aos homens, mas a Deus que julga os nossos corações. Sabem também que não nos servimos de palavras agradáveis ou interesseiras. Deus é testemunha disso. Nunca procurámos honrarias humanas nem da vossa parte nem de outros. E contudo tínhamos o direito de fazer valer a autoridade de sermos apóstolos de Cristo . Mas quisemos tratar-vos com a delicadeza com que uma mãe trata os seus próprios filhos. A nossa ternura por vós era tal que estávamos dispostos não só a entregar-vos a boa nova que vem de Deus, mas também a nossa vida, de tal maneira nos afeiçoámos. Lembram-se, com certeza, irmãos, das nossas penas e fadigas. Trabalhámos noite e dia para não sermos pesados a ninguém e assim vos anunciámos a boa nova de Deus. Vocês são testemunhas, e Deus também, de como o nosso comportamento para convosco, os crentes, foi honesto, justo e irrepreensível. Sabem muito bem que fomos para cada um de vós como um pai para os seus filhos. Exortámo-vos, encorajámo-vos e mostrámos como deviam seguir a vontade de Deus que vos convida a tomarem parte na glória do seu reino . Também por isto agradecemos continuamente a Deus, porque ao receberem a nossa palavra, foi a mensagem de Deus que receberam. Pois não era simplesmente palavra de homens, mas era verdadeira palavra de Deus, aquela mesma que atua também em vós, os crentes.
1 Tessalonicenses 2.3-12
O cristão consciencioso procura agradar a Deus de todas as formas e feitios, pois tem bem presente ser Ele quem julga adequadamente o que está alojado no seu coração. Logo, não lhe passa pela cabeça defraudar a mensagem que lhe foi dada a partilhar. A pregação do evangelho, seja ou não verbal, quer-se isenta de piruetas e artimanhas. Os seus fundamentos não assentam “no engano, nem na desonestidade, nem no erro.” Dessa forma não há cá lugar para alavancas de bajulação ou estratégias obscuras. As palavras não precisam de ser rebuscadas, muito menos usadas para encapuçar a doçura e, simultaneamente, a dureza do caminho proposto por Jesus. Tome-se Deus por testemunha, mediante um procedimento idóneo. Dispensem-se as voláteis “honrarias humanas” sem descurar o fino trato interpessoal. Faça-se da delicadeza um cartão de visita, tendo como marca de água a excelência no labor. O melhor megafone de qualquer seguidor de Jesus é a apresentação de um estilo de vida “honesto, justo e irrepreensível.” Demonstrando, assim, como “seguir a vontade de Deus” e ajudando outros a entender que também são convidados “a tomar parte na glória do Seu reino.”
- Jónatas Figueiredo