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    11 A Caminho com Jesus

    02/03/2026 | 2min
    Devocional Quaresma

    Por fim voltou para junto dos discípulos e disse-lhes: «Continuam ainda a dormir e a descansar? Chegou a hora em que o Filho do Homem vai ser entregue nas mãos dos pecadores. Levantem-se, vamos embora! Já aí vem aquele que me vai atraiçoar.» Ainda Jesus estava a falar, quando chegou Judas, um dos doze discípulos. Trazia com ele muita gente armada de espadas e paus. Tinham sido mandados pelos chefes dos sacerdotes e pelos anciãos do povo. O traidor combinara com eles o seguinte sinal: «Aquele a quem eu cumprimentar com um beijo, é ele: prendam-no.» Logo que Judas chegou ao pé de Jesus disse-lhe: «Olá, Mestre!» E deu-lhe um beijo. Jesus questionou-o: «Amigo, que vieste cá fazer ?» Então os homens avançaram, deitaram a mão a Jesus e prenderam-no.
    Mateus 26:45-50

    Foi a maior das traições – um homem sem pecado sendo entregue à morte por alguém que afirmava ser Seu amigo e seguidor. Mas, em tudo isto, o que realmente me impressiona é a declaração de Jesus a Judas quando ele chegou acompanhado por uma multidão de homens furiosos e equivocados. Jesus simplesmente diz: «Faz o que vieste fazer, amigo.» Ele chama Judas de «amigo». Não acredito que Jesus tenha usado esse termo levianamente.
    Este é um Deus de amor. A Bíblia diz em Romanos que, enquanto ainda éramos Seus inimigos, Deus nos reconciliou consigo mesmo através da morte do Seu Filho. A Bíblia Mensagem diz assim: «Quando estávamos no nosso pior momento, fomos colocados em termos amigáveis com Deus pela morte sacrificial do seu Filho».
    Jesus chama-nos de amigos, mesmo quando pecamos. Vejamos isto como um chamado para louvá-Lo por um amor que nunca compreenderemos totalmente. Jesus chama-nos de amigos, mesmo quando continuamos a pecar contra Ele.

    A caminho de casa

    Como vejo o meu papel na narrativa da reconciliação? Sinto que trago algum elemento de justiça ao acordo que “ajuda” o meu caso? Ou sei que se trata apenas de um Deus misericordioso que aceita um pecador como amigo?

    Oração

    Pai Celestial, o Teu Espírito leva-me ao arrependimento, o Teu amor compele-me a apresentar-me quebrantado diante de Ti, o Teu Filho redime-me através da Sua morte na cruz. Ajuda-me a nunca, jamais, tomar nada disto como garantido. Amém.

    Neste tempo, abrando o passo. Escolho caminhar com Jesus, mesmo quando o caminho aperta. Escuto o que Ele diz. Observo o que Ele faz. Entrego-Lhe as minhas resistências e os meus medos. Pergunto: onde preciso de parar hoje para caminhar contigo? O que preciso de largar para Te seguir mais de perto?
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    Ele está no quarto fechado

    01/03/2026 | 36min
    Descrever um quarto fechado não é tão simples quanto pareça. Tanto poderíamos circunscrevê-lo a uma pequena cela como a um gigantesco deserto. Em qualquer um deles pode experimentar-se solidão, desespero, abandono ou angústia, a despeito da disparidade dos metros quadrados de extensão. Onde está Jesus quando o corredor da morte parece estreitar-se? Ali mesmo, ao nosso lado. Presente. Próximo. À distância de um toque, pegando-nos pela mão!…

    Detalhes sobre a celebração 1 março @ Bible.com
    Disponível no canal do YouTube.
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    10 A Caminho com Jesus

    28/02/2026 | 2min
    Devocional Quaresma

    Jesus afastou-se outra vez para ir orar e dizia: «Meu Pai, se este cálice de amargura não pode ser afastado de mim sem que eu o beba, faça-se a tua vontade.» Voltou para junto dos discípulos e encontrou-os outra vez a dormir, porque tinham os olhos pesados de sono. Jesus deixou-os de novo e foi orar pela terceira vez, repetindo as mesmas palavras.
    Mateus 26:42-44

    Três vezes. A mesma oração. Jesus, é claro, sabia que todas as vezes o Pai o ouviu. Eles compartilhavam uma intimidade que não é compreensível humanamente. O Pai e o Filho faziam parte da Trindade, o mesmo Deus. Então, por que Jesus dirigiu-se ao Pai três vezes para dizer mais ou menos a mesma coisa?
    Talvez fosse para nos mostrar que precisamos persistir na oração até experimentarmos o descanso que só Ele pode dar. Jesus fez isso. Ele derramou em oração o que estava pesando no Seu coração. E, uma vez que encontrou o Seu lugar de alegre rendição, levantou-se e seguiu em frente em obediência absoluta.
    Tal como Jesus, também nós temos o privilégio de derramar os nossos corações em oração perseverante. Não se trata de forçar Deus a dar-nos o que queremos. Trata-se de aprender a submeter-nos a Ele de forma mais completa. E, tal como Jesus, levantamo-nos dos nossos joelhos sabendo que Deus nos ouviu.

    A caminho de casa

    O que está a pesar no meu coração hoje? Estou a levar isso a Deus em oração? Estou a experimentar o Seu descanso? Estou a avançar em obediência?

    Oração

    Deus Pai, obrigado pelo incrível privilégio de clamar a Ti em oração. Obrigado pelo exemplo de Jesus de ir a Ti com perseverança. Ajuda-me a perseverar em oração até experimentar a paz e o fortalecimento interior no âmago do meu ser. Amém.

    Neste tempo, abrando o passo. Escolho caminhar com Jesus, mesmo quando o caminho aperta. Escuto o que Ele diz. Observo o que Ele faz. Entrego-Lhe as minhas resistências e os meus medos. Pergunto: onde preciso de parar hoje para caminhar contigo? O que preciso de largar para Te seguir mais de perto?
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    09 A Caminho com Jesus

    27/02/2026 | 2min
    Devocional Quaresma

    Depois voltou para junto dos discípulos, encontrou-os a dormir e disse a Pedro: «Então não conseguiram ficar acordados, ao menos uma hora, juntamente comigo! Estejam atentos e orem para não serem vencidos pela tentação. O espírito está pronto mas o corpo é fraco.»
    Mateus 26:40-41

    «Então não conseguiram ficar acordados, ao menos uma hora?» Esta foi a pergunta que Jesus fez aos Seus discípulos mais próximos quando eles adormeceram em vez de orarem com Ele. Não vejo Jesus como alguém irritado com a letargia deles. Aquela pergunta era mais profunda. Ele sabia que aqueles momentos no Jardim do Getsêmani eram cruciais.
    Seria um tempo de preparação através da oração. Preparação para os intensos desafios que estavam por vir. «Vigiem e orem para não caírem em tentação», adverte Ele aos três discípulos que chamou para acompanhá-Lo. Sabemos o que aconteceu depois. Quando as coisas ficaram difíceis, os discípulos dispersaram-se como o vento. Não posso deixar de me perguntar: e se eles, como Jesus, tivessem lutado em oração até chegarem a um ponto de completa obediência e rendição? Teriam sido capazes de manter-se firmes quando Jesus foi preso? Jesus sabia o quão frágil a fé deles podia ser. E deu-lhes — e dá-nos — a armadura da oração para nos proteger contra essa fragilidade.

    A caminho de casa

    Qual é a minha resposta instintiva diante da pressão? Passo tempo em oração para me preparar para as minhas lutas diárias? Entro em modo de luta ou fuga? Ou permaneço em modo de fé, dependendo de Deus para me ajudar a superar?

    Oração

    Deus Pai, ajuda-me a nunca subestimar o poder da oração. Ajuda-me a reservar tempo para passar aos Teus pés, lutando em oração para que eu ganhe a força espiritual de que preciso para enfrentar os desafios. Preciso deste tempo a sós contigo para me preparar, para não cair em tentação. Amém.

    Neste tempo, abrando o passo. Escolho caminhar com Jesus, mesmo quando o caminho aperta. Escuto o que Ele diz. Observo o que Ele faz. Entrego-Lhe as minhas resistências e os meus medos. Pergunto: onde preciso de parar hoje para caminhar contigo? O que preciso de largar para Te seguir mais de perto?
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    08 A Caminho com Jesus

    26/02/2026 | 2min
    Devocional Quaresma

    Foi um pouco mais para diante e, inclinando-se até ao chão, orava assim: «Meu Pai, se é possível, afasta de mim este cálice de amargura. No entanto, não se faça a minha vontade, mas sim a tua.»
    Mateus 26:39

    A leitura de hoje é apenas um versículo. No entanto, estas poucas palavras estão carregadas de emoção. Vemos Jesus sozinho no Jardim do Getsêmani, clamando ao Pai.
    Na intensidade da emoção, Jesus clama: «Pai, se for possível, afasta de mim este cálice…» Ele está curvado em angústia. Vemos a Sua humanidade. Ele está prestes a enfrentar uma tortura física sem limites. Mas, pior do que isso, Ele sabia que iria passar por um isolamento como nunca antes – quando o Pai viraria o rosto para longe, enquanto Jesus assumia a depravação e o pecado do mundo.
    E então Ele continua a orar. «Contudo, não seja feita a minha vontade, mas a tua.» Foi um momento em que o humano e o divino se uniram num dos maiores atos de amor e obediência. Aquele que não conhecia o pecado se tornaria pecado para que pudéssemos ser a justiça de Deus. Graça ilimitada. Favor imerecido. Agora não tenho medo da condenação. Jesus, e tudo Nele, é meu.

    A caminho de casa

    Qual é a minha resposta à obediência de Jesus a Deus Pai? Qual é a minha resposta à Sua angústia no jardim? Caio de joelhos em adoração diante de um Deus que sabia da jornada dolorosa que tinha pela frente e, mesmo assim, decidiu seguir em frente? Permito que isso se torne uma revelação pessoal para a minha vida?

    Oração

    Amado Jesus, não consigo compreender aquele momento no Jardim do Getsêmani. Estavas sozinho na escuridão da noite. Mas isso não era nada comparado com o isolamento que irias experimentar na cruz. No entanto, escolheste seguir em obediência. Demonstraste o Teu amor por uma humanidade sofredora, simplesmente dizendo: «Mas como Tu quiseres» . Curvo-me em adoração. Amém.

    Neste tempo, abrando o passo. Escolho caminhar com Jesus, mesmo quando o caminho aperta. Escuto o que Ele diz. Observo o que Ele faz. Entrego-Lhe as minhas resistências e os meus medos. Pergunto: onde preciso de parar hoje para caminhar contigo? O que preciso de largar para Te seguir mais de perto?

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Sobre Meeting Point podcasts

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