69 episódios
- Quantas vezes nos esforçamos para parecer fortes, carregando uma armadura que, na verdade, nos enfraquece?
Neste episódio, convido-vos a desvendar a exaustão de fingir força e a descobrir como o reconhecimento das nossas fragilidades é o caminho para uma resiliência autêntica.
Venha abrandar e encontrar a sua verdadeira força.
Vivemos numa sociedade que muitas vezes nos impõe a necessidade de sermos pilares inabaláveis, sempre disponíveis e sem falhas. Mas o que acontece quando essa armadura que construímos à nossa volta se torna um peso insuportável, drenando a nossa energia e a nossa essência?
Neste convite à introspeção, exploro a ideia de que fingir força é, paradoxalmente, aquilo que nos enfraquece.
Através de analogias com a natureza alentejana, como a cortiça protetora do sobreiro que precisa de ser retirada para a árvore se renovar, ou a flexibilidade dos juncos que se dobram mas não quebram, somos levados a compreender que a vulnerabilidade não é um sinal de fraqueza, mas sim um caminho para a verdadeira resiliência.
Partilho a minha própria experiência, sublinhando a importância de ouvir os sinais do corpo e de aceitar que ninguém consegue ser forte todos os dias.
O episódio desafia-nos a desconstruir a crença de que pedir ajuda ou dizer "não" nos diminui. Pelo contrário, é no reconhecimento das nossas fragilidades que encontramos a capacidade de nos fortalecermos, de nos levantarmos após as quedas e de aprendermos com cada momento.
A sabedoria da terra, que nos ensina que "a terra que descansa é a terra que dá mais trigo", ecoa a necessidade de pausas e de autocuidado.
Proponho um desafio semanal simples: admitir quando não estamos bem, escrever sobre isso e agir em conformidade, permitindo-nos recarregar energias e voltar com mais vitalidade.
Deixe-se inspirar pela serenidade do Monte das Lages e descubra como abraçar a sua vulnerabilidade pode ser o seu maior superpoder.
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Newsletter - A diferença entre tirar férias para descansar verdadeiramente e apenas fugir da rotina.
Será que estamos a regressar mais leves ou apenas mais bronzeados, mas com o mesmo peso no peito?
Descubra como abraçar o verdadeiro vagar nas suas pausas.
Uma reflexão essencial sobre o verdadeiro significado das férias.
Muitas vezes, partimos para o descanso com a bagagem cheia de tarefas e a mente repleta de planos, transformando a pausa numa extensão da rotina.
Mas será que estamos realmente a descansar ou apenas a mudar de cenário, levando connosco o mesmo peso e a mesma pressa?
Neste convite ao abrandamento, exploramos a diferença crucial entre "fazer férias" e "fugir".
Partilho a minha própria experiência e a observação dos hóspedes no Monte das Lages, revelando como a ânsia de aproveitar tudo ao máximo ou a necessidade de provar a nossa presença através de fotografias incessantes podem roubar-nos o verdadeiro encontro connosco próprios.
O Alentejo, com o seu ritmo lento e a sabedoria ancestral de que "quem tem pressa não chega a lugar nenhum, só chega mais cansado", serve de pano de fundo para esta conversa sobre a importância de desprogramar, de dar espaço ao corpo e à mente para se reconectarem.
As férias, afinal, não são sobre o destino, mas sobre a forma como as vivemos.
São um tempo para libertar o corpo das tensões, a cabeça das listas infindáveis e o coração da culpa.
É a oportunidade de nos perdermos em caminhos, de descobrir o inesperado e de simplesmente SER, sem a obrigação de fazer.
Um desafia a deixar o telemóvel de lado, a avisar que estaremos "off" e a permitir que o tempo flua sem agenda, redescobrindo o prazer de não fazer nada e de observar o mundo à nossa volta.
Venha descobrir como transformar as suas próximas férias num verdadeiro refúgio de vagar e bem-estar, talvez até inspirando-se na serenidade que se encontra no Monte das Lages.
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Newsletter - No episódio 66 do podcast 'Tudo com Vagar', Amélia Pereira Coutinho mergulha numa das angústias mais comuns da vida moderna: a sensação de que o dia tem sempre poucas horas.
Longe dos clichés da produtividade tóxica, este episódio, profundamente enraizado na sabedoria ancestral do Alentejo e na filosofia do slow living, propõe uma perspetiva transformadora.
Descobrirá que as 24 horas diárias não são uma limitação a combater, mas sim um 'limite sagrado' que nos obriga a fazer escolhas conscientes.
Amélia partilha reflexões sobre como a nossa cultura nos impulsiona a preencher cada minuto, levando-nos à exaustão em vez da felicidade.
Através de analogias com a natureza observada no Monte das Lages, onde nada está em constante produção e os ciclos de descanso são essenciais, somos convidados a repensar a nossa relação com o tempo.
O problema, raramente é a quantidade de tempo disponível – que é igual para todos – mas sim a quantidade infindável de coisas que tentamos encaixar nele.
Este episódio é um convite a 'habitar o tempo' com presença, a priorizar o que realmente importa e a encontrar o vagar mesmo na correria do dia a dia.
Aprenda a dizer 'não' ao supérfluo para poder dizer 'sim' com toda a alma ao essencial.
Uma reflexão essencial para quem procura mais paz, menos culpa e uma vida mais autêntica.
No final, Amélia propõe um desafio semanal simples, mas poderoso, para começar a praticar a arte de viver sem pressa e reconectar-se com o seu ritmo interno.
Para uma experiência de slow living autêntica e para habitar o seu tempo num lugar onde o vagar é a regra, visite o Monte das Lages.
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Newsletter - Há uma ideia antiga, que aparece em quase todas as culturas: a de que uma vida não corre em linha reta, mas em estações.
Primeiro experimentamos, às cegas, de cabeça.
Depois recolhemos, observamos, destilamos.
E só então voltamos ao mundo com algo para dizer.
Neste episódio falamos sobre a pressa que temos de saltar etapas, e sobre o que se ganha quando deixamos cada estação fazer o seu trabalho, ao ritmo da terra.
Gravado entre as vinhas e os sobreiros do Monte das Lages, onde o tempo nunca teve pressa de chegar a lado nenhum.
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Newsletter - Acha que slow living é para quem tem tempo livre, dinheiro, e uma casa no campo?
Então este episódio é especialmente para você.
Porque há uma série de ideias sobre viver devagar que se repetem tanto que já ninguém as questiona.
E algumas delas estão a impedir as pessoas de começar.
O slow living tornou-se numa palavra bonita.
E como todas as palavras bonitas, acumulou interpretações que o distorcem.
Neste episódio, desfaço os mitos mais comuns: que é um privilégio de classe, que significa ser improdutivo, que exige uma mudança de vida radical, que é estático, que é o mesmo que preguiça.
Porque devagar não é uma estética.
É uma escolha que começa dentro, antes de mudar qualquer coisa por fora.
No Monte das Lages, isso aprendeu-se observando a terra, os animais e o ritmo das estações.
A natureza nunca é preguiçosa. Mas também nunca se apressa sem razão.
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Sobre Tudo com vagar
TUDO COM VAGAR é um podcast semanal que convida a desacelerar ea descobrir a magia do Alentejo, do campo e da simplicidade.Em cada episódio mergulhamos no conceito do slowliving, da conexão profunda com a natureza e na arte de viver com propósito. Aqui celebramos os pequenos detalhes, os momentos de paz e da vida longe do stress e dos écrans.Junta-te a nós todas as sextas feiras e descobre como o ritmo com vagar pode transformar o teu dia a dia.www.montedaslages.ptInstagramLinkedin
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