E se o que mais desejamos, no fundo, mesmo no fundo, for apenas o que já tivemos antes de aprender a querer mais? Há uma coragem muito particular em escolher o simples.
Não a coragem dos grandes gestos. A outra. A que não faz barulho.
Neste episódio, falo sobre simplicidade, não como tendência, não como estética de Instagram, mas como um acto de coragem silenciosa.
A partir de um texto que me fez parar, reflicto sobre o que significa escolher o essencial num mundo que premia a complexidade.
Sobre o medo de parecer pouco, de ter pouco, de ser pouco.
E sobre como, quando finalmente aprendemos a apreciar o que é simples, nos tornamos, paradoxalmente, extraordinariamente sábios.
No Monte das Lages, o simples não é uma escolha filosófica.
É a vida a acontecer, devagar, todos os dias.
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