Arthur Marchetto e Cecilia Garcia Marcon falam sobre como a literatura pode trabalhar os cinco sentidos — visão, olfato, paladar, tato e audição — e citam cinco (vezes cinco) livros que tratam do assunto. Eles conversam sobre: Qual o papel dos sentidos na narrativa? Quais as formas de trabalhar? Os sentidos atuam em frentes diferentes?
Saiba de tudo isso e muito mais depois de apertar o play (:
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Livros citados
Medo e Delírio em Las Vegas, de Hunter Thompson
O Grande Gatsby, F. Scott Fitzgerald
O Papel de Parede Amarelo, de Charlotte Perkins Gilman
Ensaio Sobre a Cegueira, de José Saramago
Perfume: A História de um Assassino, de Patrick Süsskind
Pachinko, de Jin Min Lee
Aos Prantos no Mercado, de Michelle Zauner
Germinal, de Émile Zola
A Maquina Diferencial, de Bruce Sterling e William Gibson
O Amante de Lady Chatterley, de D.H. Lawrence
Vespeiro, de Irka Barrios
Uzumaki, de Junji Ito
Dom Casmurro, de Machado de Assis
Mariposa Vermelha, de Fernanda Castro
Vidas Secas, de Graciliano Ramos
Capitães da Areia, de Jorge Amado
1984, de George Orwell
Escute as Feras, de Nasstasja Martin
Os Superstars da Cadeia, de Nana Kwame Adjei-Brenyah
Casa de Folhas, de Mark Z. Danielewski
Vozes de Tchernóbil, de Svetlana Aleksiévitch
Hiroshima, de John Hersey
Todo Dia a Mesma Noite, de Daniela Arbex
A Vida e as Mortes de Severino Olho de Dendê, de Ian Fraser
Cafés & Lendas, de Travis Baldree
Orgulho & Preconceito, de Jane Austen
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