Há um ano em Munique, JD Vance, vice-presidente dos Estados Unidos, veio dizer à Europa que o continente se afundava em imigrantes, devaneios intelectuais e desprezo pela segurança.Um ano depois, o secretário de Estado Marco Rubio veio dizer o mesmo, com a ‘boa nova’ da oferta de salvação. A Europa aplaudiu – com a honrosa exceção de Kaja Kallas.Na mesma altura, na Bélgica, a União Europeia institucionalizava a opção pela cooperação reforçada – um instrumento que não é novo, mas que tem tudo para ‘deslaçar’ a Europa.Ainda na Europa, desta vez na Suíça, Estados Unidos e Irão tentam encontrar um acordo que Israel tratará de impossibilitar.