Numa altura em que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está de visita à China, vale a pena seguir com muita atenção aquilo que serão os entendimentos e os desentendimentos entre as duas maiores economias do mundo. Convém, para isso, ter umas ideias prévias sobre o assunto.
Entretanto, no Médio Oriente há como que uma trégua, com os iranianos, que têm na China um dos seus mais importantes aliados, à esperado do que se passará em Pequim.
Trégua é coisa que não está no horizonte do primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, que, depois da clamorosa derrota nas eleições locais da semana passada, parece ter os seus dias políticos cada vez mais contados.