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Carlos Andreazza: O STF autorizará investigação contra Moraes? | Estadão Analisa
11/09/2026 | 1h 3minNo “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 11, Carlos Andreazza fala sobre a crise envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF) e a expectativa acerca da reunião da próxima terça-feira, 15, marcada para a avaliação de um pedido de investigação das mensagens de Daniel Vorcaro com Alexandre de Moraes.
Nove ministros do Supremo decidirão se o ministro Moraes será investigado por supostas relações com o ex-dono do Banco Master.
O presidente do STF, Edson Fachin, conversou nesta quinta-feira, 10, com ministros da Corte e com o procurador-geral da República, Paulo Gonet, sobre a sessão.
Está na pauta de julgamentos o pedido feito por André Mendonça para que Moraes seja investigado por ligações com o banqueiro Daniel Vorcaro.
Fachin liberou para todos os gabinetes de ministros a íntegra do processo que trata do caso envolvendo Moraes.
Ele tenta um consenso entre os ministros sobre o formato da sessão.
O presidente inicialmente previu que ela seja realizada de forma presencial e aberta ao público.
Parte dos ministros defende que a discussão seja a portas fechadas.
A escalada da crise no Supremo colocou de vez a Corte no centro da campanha eleitoral a menos de um mês do primeiro turno e deu novo combustível a um tema que já vinha sendo explorado, sobretudo por candidatos ao Senado.
Desde que o impulsionamento eleitoral nas redes sociais passou a ser autorizado, foram identificados cerca de 5 mil anúncios relacionados ao Supremo e a seus ministros, especialmente Alexandre de Moraes, com gastos que chegam a R$ 2,9 milhões.
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See omnystudio.com/listener for privacy information.- No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 10, Carlos Andreazza fala sobre a crise no STF e as ações de seu presidente.
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, decidiu nesta quarta-feira, 9, retirar das mãos de Alexandre de Moraes a condução do inquérito das fake news, em tramitação há sete anos, e transferir o caso para a Presidência da Corte.
Em paralelo, Fachin determinou que a investigação sobre as mensagens trocadas entre Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, reveladas pelo Estadão e relatadas pelo ministro André Mendonça, seja submetida ao plenário da Corte na próxima terça-feira, 15.
Alexandre de Moraes, que editou o contrato de R$ 131 milhões firmado entre o Banco Master e o escritório de advocacia de sua mulher, também aparece em conversas nas quais Daniel Vorcaro lhe pergunta se deveria deixar o País diante do avanço das investigações.
Quando o ministro André Mendonça, relator da Operação Compliance Zero, levantou o sigilo das apurações, Moraes usou o inquérito das fake news contra Mendonça.
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See omnystudio.com/listener for privacy information. Andreazza: ‘Os precedentes do Direito Xandônico: Mendonça se serve de Moraes’ | Estadão Analisa
09/09/2026 | 1h 1minNo “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 09, Carlos Andreazza fala sobre a crise no Supremo Tribunal Federal.
A decisão de André Mendonça de afastar o diretor-geral da Polícia Federal, o delegado Andrei Rodrigues, em razão do relatório de inteligência usado por Alexandre de Moraes para atacá-lo repete práticas que antes se pensava existir apenas no gabinete do ministro Moraes.
São tantos os precedentes na Corte criados pela conduta de Moraes que hoje Mendonça se vale de um deles, com a justificativa de que os fins justificam decisões monocráticas, que sempre ficariam melhor se respaldadas pelo colegiado.
Já o presidente do Supremo, Edson Fachin, intimou o ministro André Mendonça a se manifestar sobre o pedido da Advocacia-Geral da União (AGU) que quer anular o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues. Fachin deu prazo de 72 horas para Mendonça se pronunciar.
A AGU entrou com o pedido de anulação do afastamento nesta terça-feira.
O recurso foi direcionado ao presidente do STF. No entendimento da AGU, que representa o governo federal em ações na Justiça, o afastamento do chefe da PF viola competência privativa do presidente da República.
Mendonça submeteu a decisão à Segunda Turma da Corte, que formou maioria para validar a decisão.
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See omnystudio.com/listener for privacy information.Andreazza: O ‘todo institucional’ de Gilmar - com seus Dinos - em defesa de Moraes | Estadão Analisa
08/09/2026 | 1h 1minNo “Estadão Analisa” desta terça-feira, 08, Carlos Andreazza fala sobre a crise instalada no Supremo Tribunal Federal.
O ministro Gilmar Mendes, do STF, elaborou uma proposta para alterar o regimento interno da Corte e proibir a atuação de delegados da Polícia Federal (PF) em gabinetes de magistrados do tribunal.
Gilmar havia sugerido a mudança ao presidente do STF, Luiz Edson Fachin, após a divulgação do relatório da Polícia Federal que expôs os diálogos do banqueiro Daniel Vorcaro com o ministro Alexandre de Moraes.
O teor das conversas foi revelado pelo Estadão.
Já o presidente do Supremo, Edson Fachin, afirmou que “não haverá omissão” sobre a crise deflagrada na Corte ao longo da semana.
Ele defendeu ainda a “urgência” de três metas estabelecidas em sua gestão: a adoção de um código de ética para o STF, a modernização do sistema de justiça e o fim do inquérito das fake news, relatado pelo ministro Alexandre de Moraes.
“Faremos o que é certo, no tempo e pela forma que a ordem jurídica exige. Instituições precisam ser preservadas, sobretudo nos momentos de maior tensão”, destacou, em discurso feito no Palácio do Planalto em cerimônia de sanção de medidas relacionadas a fundos do sistema de Justiça.
O evento teve também a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que afirmou que Fachin e Gonet precisam tranquilizar a população, ‘sem tentar esconder nada’.
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See omnystudio.com/listener for privacy information.O clube do uísque contra-ataca: quando Xandão defende Moraes | Estadão Analisa com Carlos Andreazza
04/09/2026 | 1h 12minNo “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 04, Carlos Andreazza fala da guerra que se instalou dentro do Supremo Tribunal Federal, o ministro Alexandre de Moraes está acusando o colega André Mendonça de uma série de irregularidades que ele mesmo cometeu ao longo dos últimos anos.
O ministro Moraes usou o inquérito das Fake News para acusar Mendonça de improbidade administrativa, abuso de autoridade e crime de responsabilidade.
Relator do caso Banco Master, Mendonça levantou na terça-feira, 1º, o sigilo de um relatório da Polícia Federal que compilou 51 mensagens comprometedoras entre Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro, após o conteúdo ser revelado pelo Estadão.
Moraes atribui a Mendonça quebra da imparcialidade judicial e favorecimento a determinados grupos políticos na relatoria das operações Sem Desconto e Compliance Zero.
O material produzido pela corporação indica que há “quadro indicativo de que André Mendonça adota posturas muito diferentes diante de ilicitudes aparentes relacionadas aos Ministros Dias Toffoli e Nunes Marques, em comparação com sua percepção no que toca ao Ministro Alexandre de Moraes, apresentando discurso de defesa quanto aos dois primeiros”.
Já o presidente do Supremo, Edson Fachin, pediu explicações aos ministros sobre fatos relacionados ao relatório da Polícia Federal que expôs a relação entre Moraes e Daniel Vorcaro.
Também devem prestar esclarecimentos o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e o diretor da PF, Andrei Rodrigues.
Todos terão prazo de cinco dias úteis para fazer isso.
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