Na terça-feira à tarde, soaram campainhas no PSD. Mais do que uma eventual derrota a somar à da reforma laboral, estavam em causa 600 milhões de euros que o país estaria na iminência de perder, por não haver acordo sobre a Prestação Social Única (PSU), inscrita no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) pelo Governo de António Costa. Duas reuniões e uma guerra de narrativas depois, respira-se de alívio no Governo e no PSD, mas também no PS: a PSU segue em frente e ninguém fica com o ónus de o país perder uma fortuna.
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