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  • Orçamento à medida do Governo, 25 de Novembro com pompa e sem gente
    Chegou o dia da votação final global do Orçamento. É um dia sem história desde que o PS anunciou a viabilização. O Governo não foi capaz de impedir que algumas medidas fossem aprovadas à sua revelia, mas conseguiu que as mudanças não alterassem significativamente os valores definidos pelo documento. Qual é a marca mais visível da oposição no OE para 2026? Apesar das alianças PS/Chega, o Governo sai do Parlamento com Orçamento pouco alterado. Quem zelou pela integridade do OE? Pedro Nuno Santos escreveu sobre os dez anos da “geringonça”, fazendo a apologia daquele Governo e a defesa do Estado, sem uma referência a António Costa. Afinal, quem fica para a história como o pai da “geringonça”? As cerimónias do 25 de Novembro decorreram nesta terça-feira e acabaram por ficar marcadas pelo episódio das flores que envolveu a esquerda e André Ventura. Esse episódio lateral contribuiu para a desvalorização a própria data que a direita tanto queria valorizar? Nas cerimónias, Ventura citou Ramalho Eanes a dizer: "Portugal enfrenta uma epidemia de corrupção. Abril prometeu limpar e não limpou". Mais tarde, repetiu a ideia no debate com Marques Mendes. Finalmente, José Manuel Pureza já apresentou a sua moção à convenção do BE. Uma das coisas que propõe organização tripartida (um coordenador, um deputado e uma secretária para “dialogar permanentemente com as estruturas locais”). Esta é a mudança que vai salvar o Bloco? O episódio não termina sem o momento Público & Notório.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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    33:25
  • A incógnita Gouveia e Melo e a “via amarela” para imigrantes
    Começaram os debates das presidenciais e, até agora, assistimos a dois: André Ventura e António José Seguro, na segunda-feira, e Luís Marques Mendes e António Filipe, na terça. Nesta quinta-feira teremos o primeiro frente a frente de Gouveia e Melo, que se estreia a debater com Cotrim de Figueiredo. Ao todo são 28 debates que se estendem ao longo de seis semanas. A nossa conversa desta semana anda em torno destes debates — surpresas, incógnitas, estilos —, mas não só. Há outro tema que começará hoje a marcar a agenda: começou esta manhã o debate do Orçamento do Estado na especialidade. Por conta do fim-de-semana e do 25 de Novembro, as votações vão prolongar-se mais no tempo. A propósito da entrevista que o ministro Carlos Abreu Amorim deu ao PÚBLICO e à Renascença, admitindo que o Governo pode vir a “recalibrar” a chamada “via verde” para imigrantes falamos sobre a falta de mão-de-obra em Portugal, em sectores críticos. E para terminar dedicamos um momento ao 25 de Novembro que será assinalado no Parlamento, na terça-feira. O modelo foi decalcado da cerimónia do 25 de Abril, o que não agradou a todos. O PCP não vai participar e Marcelo Rebelo de Sousa disse que a parada militar, um dos pontos altos do dia, “é um regresso ao passado”. Será que vai correr tudo bem?See omnystudio.com/listener for privacy information.
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    29:39
  • Gouveia e Melo atrapalhado, Seguro indefinido e a greve geral que pede diálogo social
    Esta semana não houve um tema forte a marcar a actualidade política, mas houve muitas coisas interessantes o suficiente para serem tratadas neste podcast. As centrais sindicais agendaram uma greve geral para 11 de Dezembro, Aguiar Branco solicitou um inquérito ao comportamento do deputado Filipe Melo no Parlamento, o nome de Mário Centeno foi avançado para vice-presidente do BCE e os candidatos presidenciais andaram a dizer muitas coisas na comunicação social. A conversa começa pela greve, lembrando que a última greve geral em Portugal ocorreu no tempo da troika, em 2013, numas circunstâncias bastante diferentes e numa conjuntura económica muito mais desfavorável. O deputado Hugo Soares queixou-se que só há greves gerais quando os governos são de centro-direita. Os dados mostram que é uma tendência, mas não é totalmente verdade, e Luís Montenegro defendeu que esta greve só serve os interesses do PS e do PCP. O Governo chamou a UGT para negociar — sem sucesso porque a central sindical não desistiu da paralisação. Segue-se o tema do deputado Filipe Melo, que na semana passada já foi assunto aqui pela sua atitude de mandar a deputada Vera Cruzeiro para a sua terra, mas também pelo silêncio de Aguiar Branco. Esta semana, o presidente do Parlamento pediu um inquérito ao deputado do Chega. Também esta semana, o jornal Politico, admitia que Mário Centeno é um nome forte para conseguir a nomeação para a vice-presidência do BCE. E o ministro das Finanças assumiu que vê esse cenário “com satisfação”. Finalmente, abordamos as presidenciais. Vários candidatos a Belém deram entrevistas esta semana, mas Gouveia e Melo excedeu-se e produziu várias declarações de tal forma que se atrapalhou a si próprio. O episódio só termina depois do Público & Notório.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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    29:24
  • Os tarefeiros do caos, os recados de Cavaco e o ambiente tóxico na AR
    Semana após semana, há temas que se repetem no Poder Público. É quase como se tivessem um espaço garantido nesta conversa a quatro. Um desses assuntos é o estado do SNS e o futuro da ministra da saúde. Esta semana, voltou a haver notícias incontornáveis nesse campo. Desta vez, a história é que um grupo com mais de mil médicos tarefeiros (que são médicos que não estão nos quadros) está a preparar-se para paralisar as urgências do SNS durante três dias. O movimento nasceu nas redes sociais, comunica através do WhatsApp e protesta contra um diploma que vai baixar o baixar o valor/hora pago a estes profissionais. Esta ameaça dá-nos um vislumbre do caos em que o SNS pode estar envolvido nos próximos tempos. Se as urgências pararem três dias, haverá custos políticos? Cavaco Silva, homenageado esta semana em São Bento pelos 40 anos do seu primeiro Governo, escolheu uma remodelação como o pior momento com que teve de lidar — ao mesmo tempo em que falou na necessidade de os governos assumirem os seus erros. No seu discurso, houve elogios, mas também houve o que pareceu serem recados para Luís Montenegro. Alguns episódios pouco edificantes na Assembleia da República também são debatidos neste Poder Público. Um deputado do Chega atirou um “vai para a tua terra” a uma deputada. A deputada Rita Matias, também do Chega, chamou “asquerosa” a Inês de Sousa Real. E Aguiar-Branco manteve o silêncio e a postura de deixar falar para que cada um mostre aquilo de que é feito. A verdade é que o ambiente cada vez mais tóxico. Nem só de saúde, insultos ou homenagens vive a Política e estamos a caminhar depressa para a campanha das presidenciais, com entrevistas sucessivas, apoios aos diversos candidatos e sondagens que se desmentem umas às outras. António José Seguro tem ido algumas más notícias: Marta Temido não o apoia, Santos Silva e Ferro Rodrigues também não, e Manuel Pizarro dará o seu voto a Gouveia e Melo. Quem está a criar dificuldades ao candidato que tem o endosso do PS? E porquê? O PÚBLICO escreveu a primeira notícia a dar conta de que Portugal estava a dar ordem de expulsão a estudantes refugiados que tinham residência na Ucrânia quando começou a invasão da Rússia. Depois do primeiro texto, outras histórias se seguiram. Para não nos perdermos, fazemos o ponto de situação. O episódio só termina depois do Público & Notório.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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    31:35
  • Um OE ultrapassado pela imigração e uma ministra fora do prazo de validade
    Bem-vindos à semana em que o Parlamento discutiu e aprovou o Orçamento do Estado para 2026 na generalidade. Não aconteceu nada de inesperado, uma vez que o PS já tinha dito que viabilizava o documento. Agora segue-se o período de apresentação de propostas de alteração. Todos os anos têm sido batidos recordes de participação… este ano pode não ser excepção, mas teremos de esperar para ver. No centro da proposta do Governo estão as promessas de alívio fiscal e o quarto excedente orçamental consecutivo, sustentado pelas contribuições da Segurança Social e por receitas extraordinárias. No outro tema da semana, mudamos a agulha para a questão da saúde. A manchete do PÚBLICO de ontem dizia que, numa reunião em Santarém, a direcção executiva deu ordem para que fossem feitos cortes nos hospitais. A notícia teve grande impacto e logo houve quem viesse dizer que não há cortes no SNS sem impacto nos doentes. José Luís Carneiro pediu ao primeiro-ministro que demitisse a ministra da Saúde. Luís Montenegro também falou sobre o assunto para rejeitar que tenha havido orientações para reduzir a despesa e diz que o que houve foram pedidos claros para que a gestão fosse optimizada.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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    32:53

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