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    [Boletim Tanin] Luxo no Vinho, Ozempic, Mercosul e o Futuro do Mercado #EP06

    28/04/2026 | 13min
    O vinho está mudando — e não é só tendência. É transformação de mercado.
    No Boletim Tanin #5, a Ana Luiza Leal conecta os principais movimentos da semana e mostra como luxo, comportamento e economia estão redesenhando o consumo de vinho no mundo.

    Neste episódio:
    🍷 O avanço do luxo no vinho — de Chanel a Louis Vuitton, por que grandes grifes estão comprando vinícola
    s🇧🇷 O fenômeno do Pérgola — o vinho mais vendido do Brasil e a estratégia por trás dele
    💊 O impacto de medicamentos como Ozempic no consumo global de vinho
    🌍 Acordo Mercosul–União Europeia: o que realmente muda no preço do vinho
    🍇 A nova fronteira do vinho brasileiro no Nordeste
    🧠 A rolha que virou mídia — tecnologia, turismo e storytelling
    🥂 Vinho sem álcool: tendência ou nova categoria dominante?

    Se você trabalha com vinho, investe, ou simplesmente quer entender melhor o que está por trás da taça, esse conteúdo é pra você.
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    [SommCast] Tómas Stahringer - Enólogo e fundador da Vinyes Ocults e Consciente Mente Viticultores #EP142

    27/04/2026 | 1h 14min
    No novo episódio do SommCast, recebemos Tomás Stahringer, enólogo argentino e fundador dos projetos Vinyes Ocults e Consciente Mente Viticultores. Um nome que traduz muito bem essa nova geração do vinho argentino: menos fórmula, menos exagero, mais identidade, mais lugar e mais coragem para fazer diferente. Da caveira nos rótulos à viticultura orgânica e biodinâmica, Tomás traz uma visão própria sobre o que significa produzir vinho hoje, sem romantizar o processo e sem cair no discurso fácil da “não intervenção”.
    A conversa passa pela trajetória dele desde os primeiros contatos com vinho na escola agrícola, o início em grandes vinícolas como Trivento e Nieto Senetiner, até a decisão de seguir um caminho mais autoral. Tomás fala sobre baixa intervenção com uma sinceridade rara: para ele, intervir pouco exige conhecer muito. O vinho precisa ter sanidade, precisão e prazer. Também falamos sobre Mendoza, Valle de Uco, Pampa El Cepillo, altitude, Sauvignon Blanc de montanha, Torrontés pelo método Asti, Malbec de maceração carbônica, Cabernet Franc e a busca por vinhos mais frescos, sutis e expressivos.
    Mais do que um papo sobre técnica, esse episódio é sobre escolhas. Sobre sair da estrutura segura de grandes vinícolas para construir uma identidade própria. Sobre entender que vinho é agricultura, cultura, memória, mercado, risco e tempo. Tomás mostra que a nova Argentina do vinho não está tentando copiar Bordeaux, Borgonha ou qualquer outro lugar: está tentando entender melhor a si mesma. Um episódio para quem gosta de vinho com história, personalidade e verdade.

    Destaques

    🍷 A nova geração do vinho argentino
    Tomás representa uma Argentina que vai além do Malbec potente, alcoólico e marcado por madeira. Seus projetos mostram um caminho mais fresco, autoral e conectado ao território.
    🌱 Baixa intervenção não é ausência de conhecimento
    Um dos pontos mais fortes da conversa é quando Tomás afirma que “se você vai intervir pouco, precisa conhecer muito”. Para ele, a não intervenção absoluta não existe.
    ⛰️ Sauvignon Blanc de montanha
    Tomás apresenta um Sauvignon Blanc de Pampa El Cepillo, no Valle de Uco, com baixo álcool, acidez natural e textura de boca. Uma leitura argentina de montanha para uma variedade muitas vezes associada à costa chilena.
    💀 A caveira como símbolo de vida, morte e memória
    Os rótulos de Vinyes Ocults nasceram de uma experiência marcante no México durante o Día de Muertos, somada à perda de um tio fundamental para o projeto e ao nascimento de seu primeiro filho poucos dias depois.
    🍇 Orgânico, biodinâmico e sem discurso pronto
    Tomás fala da viticultura orgânica e biodinâmica com entusiasmo, mas também com pé no chão. O cuidado com a terra traz mais vida ao vinhedo e mais expressão à fruta, mas não dispensa precisão técnica.
    🇦🇷 Mendoza, Valle de Uco e a diversidade de terroirs
    O papo mergulha nas diferenças dentro do Valle de Uco. San Carlos, Tunuyán, Tupungato, Altamira, Los Chacayes e Pampa El Cepillo aparecem como exemplos dessa leitura cada vez mais precisa de microterritórios.
    🥂 Torrontés pelo método Asti
    Um dos vinhos comentados é um Torrontés elaborado pelo método Asti, com uma única fermentação em tanque e açúcar natural da própria uva. Baixo álcool, frescor, aroma e acidez na medida.
    🍒 Malbec sem peso e com muita versatilidade
    Tomás defende o Malbec como uma das variedades mais flexíveis do mundo. Pode virar vinho estruturado, clarete, espumante, rosé ou um tinto leve de maceração carbônica.
    🇧🇷 O Brasil como mercado em transformação
    A conversa também passa pelo olhar de Tomás sobre o consumidor brasileiro: um mercado complexo, cheio de oferta, mas com espaço crescente para vinhos de identidade forte e produtores menores.
    ⏳ Vinho é tempo, não tendência
    Em um mundo acelerado, Tomás lembra que o vinho não funciona na velocidade das trends. A planta exige repetição, observação e safra após safra para que uma ideia amadureça de verdade.
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    [SommCast] Thomas Sampaio - O Jovem do Vinho #EP141

    23/04/2026 | 2h 36min
    Thomas Sampaio não entrou no vinho pela porta mais óbvia — e isso ajuda a explicar por que sua visão chama tanta atenção. Conhecido como Jovem do Vinho, ele surge neste episódio como uma das vozes mais inquietas da nova geração do setor: alguém que saiu de uma trajetória internacional fora do universo vínico, viveu uma virada quase cinematográfica na Itália e transformou fascínio em trabalho, repertório e posicionamento. O papo começa justamente nesse ponto em que o vinho deixa de ser bebida e passa a ser linguagem, memória e obsessão.
    Ao longo da conversa, o episódio costura temas que vão muito além da taça. Thomas fala sobre a pandemia como ponto de ruptura, o mergulho inicial no vinho brasileiro, a passagem pela Cellar, o nascimento do Jovem do Vinho e a criação do Radar do Jovem como uma plataforma baseada em independência, curadoria e confiança. O episódio ganha ainda mais força quando entra em assuntos como Borgonha, estudo sério, disciplina, prova técnica, formação de repertório e, principalmente, a dificuldade do mercado em comunicar vinho de um jeito realmente útil para quem compra, abre e quer viver a garrafa de verdade.
    No fim, este não é só um episódio sobre carreira no vinho. É sobre construir visão própria em um mercado cheio de ruído, entender que gosto também se educa e levantar uma pergunta importante: quem está, de fato, ajudando o consumidor a beber melhor? Para quem gosta de vinho, comunicação, mercado e comportamento, esse é um daqueles papos que ampliam repertório e desafiam certezas.

    Destaques
    🍷 O “momento Ratatouille” que mudou tudo
    Thomas relembra o instante em que uma harmonização na Itália deixou de ser apenas prazer e virou revelação. É quando ele percebe que vinho não era só um produto sofisticado, mas uma experiência capaz de reorganizar memória, sensibilidade e interesse intelectual.
    🧠 Da obsessão ao repertório
    O episódio mostra que o que muita gente chama de “talento” é, na prática, disciplina radical. Thomas fala sobre personalidade obsessiva, estudo constante, viagens, prova comparativa e repetição como ferramentas reais para construir repertório.
    🇧🇷 O vinho brasileiro como ponto de partida
    Antes de Borgonha e dos grandes ícones, veio o vinho nacional. Thomas mostra como o contexto da pandemia, o custo de acesso e o momento do mercado brasileiro fizeram dele um ponto de entrada natural para empreender e aprender.
    🏛️ Borgonha além do fetiche
    Quando a conversa entra em Borgonha, o tom sobe de nível sem cair no encantamento vazio. Thomas descreve o impacto do contato com produtores, confrarias, cursos com Master of Wine e visitas recorrentes. Borgonha aparece menos como símbolo de status e mais como escola brutal de precisão e profundidade.
    📚 Curso não basta — vivência também ensina
    Um dos pontos mais provocativos do episódio está na relação entre formação formal e experiência prática. Thomas fala de WSET, reprovações, escolhas e do momento em que entendeu que precisava ir além da estrutura tradicional para construir um método próprio de análise.
    🔍 Provar não é só listar aromas
    A degustação às cegas vira uma aula informal sobre método. Em vez de tratar vinho como desfile de descritores aromáticos, Thomas defende uma leitura mais estrutural: peso, textura, acidez, amplitude, profundidade e construção de boca.
    📲 O problema do mercado não é só vender
    Thomas critica a lógica de um mercado que se preocupa em vender a garrafa, mas não em acompanhar o consumidor depois da compra. Que vinho abrir? Em que momento? Com qual comida? Em que ordem? O episódio toca num ponto central: vender vinho sem traduzir experiência é abandonar o consumidor na parte mais importante da jornada.
    🛒 Independência como modelo de negócio
    O Radar do Jovem nasce como resposta a uma dor real: a falta de recomendação sem conflito de interesse. Em vez de empurrar rótulos por comissão, a proposta passa a ser monetizar curadoria, leitura de contexto e confiança.
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    [Fala, Máfia!] Carlos Eduardo - Advogado de Defesa do caso Leo Lins #EP08

    22/04/2026 | 2h 14min
    O episódio com Carlos Eduardo Ramos chega num ponto sensível do nosso tempo: quando a piada vira processo, a opinião vira denúncia e a liberdade de expressão passa a ser debatida no tribunal. Advogado criminalista com atuação também no direito médico, Carlos ganhou notoriedade recente por integrar a defesa de Léo Lins e usar esse caso como ponto de partida para uma conversa maior — sobre justiça, contexto, exageros sociais e o quanto estamos perdendo a capacidade de discordar sem querer destruir o outro.
    Ao longo do papo, o episódio costura dois eixos fortes. De um lado, a trajetória de Carlos, que explica como sua vivência dentro do ambiente hospitalar o levou a compreender a complexidade da prova, da responsabilidade e da acusação em contextos delicados. Do outro, a discussão sobre o caso Léo Lins, em que ele questiona a leitura descontextualizada do humor, diferencia personagem de pessoa real e argumenta que o problema central está em transformar expressão artística em matéria criminal sem prova concreta de intenção ofensiva. A conversa avança para temas ainda maiores: cultura do cancelamento, bolhas nas redes, insegurança jurídica e o medo crescente de falar.
    Mais do que um episódio sobre um caso famoso, esse é um papo que obriga o ouvinte a pensar sobre o que está em jogo quando o debate público deixa de ser debate e passa a ser patrulhamento. O que acontece com a arte quando o contexto deixa de importar? E o que acontece com a sociedade quando discordar já parece crime? É um episódio para quem quer ir além da manchete e entender como humor, direito, internet e poder estão cada vez mais misturados.Destaques
    🎭 Humor é personagem, não confissão
    Um dos pontos mais fortes do episódio está na separação entre o artista em cena e a pessoa fora do palco. Carlos argumenta que um show de humor tem figurino, texto, encenação, contexto e intenção artística — e que ignorar isso abre um precedente perigoso. A pergunta que fica é poderosa: desde quando interpretar um papel passou a ser prova automática de convicção pessoal?
    🔥 O risco de criminalizar a fala
    O episódio levanta uma tensão central do presente: estamos punindo condutas objetivas ou reagindo emocionalmente ao que nos desagrada? Carlos defende que o direito penal não pode depender apenas da sensibilidade do receptor, porque isso cria insegurança jurídica e abre espaço para decisões imprevisíveis. Quando o critério deixa de ser intenção comprovada e vira percepção difusa, qualquer fala pode virar alvo.
    🧠 Cancelamento, bolhas e intolerância ao dissenso
    A conversa vai além do tribunal e entra no comportamento digital. Surge uma crítica forte à lógica das bolhas, em que cada grupo só tolera a própria linguagem e passa a tratar discordância como ameaça. O episódio propõe uma reflexão dura, mas necessária: talvez a erosão da liberdade de expressão não comece na lei — comece na incapacidade coletiva de ouvir o que incomoda.
    📱 Redes sociais: controle ou responsabilização?
    Quando o papo chega às plataformas, o episódio evita respostas fáceis. Em vez de defender censura prévia, Carlos propõe algo mais prático: melhorar mecanismos de rastreabilidade, responsabilização e resposta contra quem usa a internet como terra sem lei. A provocação aqui é clara: o problema talvez não seja falta de regra, mas dificuldade de aplicar as regras que já existem.
    🚨 O medo de falar já está produzindo efeito
    Outro ponto importante é o efeito simbólico desses processos sobre quem cria. Segundo a conversa, mesmo antes de qualquer condenação definitiva, o simples risco de sofrer sanção já produz autocensura. Humoristas passam a medir palavras, artistas começam a evitar temas e o ambiente criativo se estreita. Nem sempre a censura chega como proibição explícita; às vezes ela chega como medo.
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    [Boletim Tanin] Michelin no Brasil, Crise no Vinho e o Que Vai Encarecer o Champagne #EP05

    21/04/2026 | 14min
    O vinho está mudando — e o impacto pode chegar direto no seu bolso.
    No Boletim Tanin #5, a Ana Luiza Leal traz uma leitura completa da semana, conectando gastronomia, mercado e tendências globais que já estão afetando o consumo.

    Neste episódio:

    🍽️ O Guia Michelin elege o melhor sommelier do Brasil — e a história começa fora do vinho
    ⭐ Os primeiros restaurantes brasileiros com três estrelas Michelin na América Latina
    🍷 Como funciona uma carta de vinhos em um restaurante 3 estrelas
    🧠 Alejandro Vigil e o maior desafio do vinho (não é o que você imagina)
    🇧🇷 O avanço do vinho brasileiro no cenário internacional
    🌎 O relatório Tim Atkin Brazil Special Report 2026 e o olhar estrangeiro sobre o Brasil
    ⚽ Futebol e vinho: de Zico a Cristiano Ronaldo — por que todo mundo está entrando nesse mercado
    📉 O freio nas importações de vinho no Brasil após um ano recorde
    ❄️ Geada em Champagne: perdas de até 40% e possível impacto nos preços

    Se você trabalha com vinho, investe, ou simplesmente quer entender melhor o que está por trás da taça, esse conteúdo é pra você.

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Sobre SommCast TV

O SommCast TV é um espaço para quem gosta de sentar à mesa, servir uma taça, puxar uma boa conversa e deixar a história acontecer. Aqui, bebidas, gastronomia, viagens, cultura e experiências se encontram de forma leve, curiosa e humana. Cada episódio nasce do prazer de descobrir, provar, ouvir e compartilhar — sem pressa, sem regras rígidas, sem fórmulas prontas. O SommCast TV transforma encontros em histórias e histórias em experiências. É sobre o ritual do copo, o sabor da comida, o caminho da viagem, o contexto por trás de cada escolha e as pessoas que dão sentido a tudo isso. Se você ac
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