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    [Fala, Máfia!] Saulo Sampaio - Criador de Conteúdo e Cozinheiro, com passagem pelo MasterChef 2020 #EP02

    11/03/2026 | 2h
    E se a decisão mais arriscada da sua carreira fosse também a mais estratégica? No episódio do Fala, Máfia, recebemos Saulo Sampaio — criador de conteúdo gastronômico, ex-participante do MasterChef e uma das vozes mais lúcidas sobre o universo da criação digital no Brasil. Engenheiro mecânico de formação, Saulo largou um emprego estável antes mesmo de publicar o primeiro vídeo no TikTok. O que para muitos parecia loucura era, na verdade, um plano.
    A conversa mergulha nos bastidores da economia dos criadores, no impacto das plataformas digitais e nas transformações do mercado de influência. Saulo explica como o TikTok mudou o jogo da produção de conteúdo, fala sobre o fenômeno do UGC (conteúdo gerado por usuários) e critica a precarização crescente do trabalho criativo nas redes. O papo também passeia por temas provocativos: publicidade de apostas, ética na influência digital, os bastidores de conteúdos virais sobre comida e até discussões sobre consumo de carne, sustentabilidade e percepção do público diante da origem dos alimentos.
    Mais do que uma conversa sobre internet, esse episódio é um mergulho em comportamento, economia digital e cultura gastronômica. Saulo mostra que criar conteúdo não é sorte — é estratégia, consistência e visão de mercado. Se você quer entender como a internet realmente funciona, como monetizar audiência ou simplesmente ouvir uma conversa inteligente sobre comida, mídia e negócios, esse episódio é obrigatório.

    Destaques

    📱 A decisão radical que virou carreira
    Antes mesmo de postar o primeiro vídeo no TikTok, Saulo pediu demissão do emprego. A decisão parece impulsiva, mas foi planejada: ele juntou seis meses de reserva financeira para testar a ideia de viver da internet. No quarto mês já estava faturando o equivalente ao antigo salário — um exemplo claro de planejamento aplicado ao mundo digital.
    📊 Criador de conteúdo não vive de vídeo de um minuto
    Um dos pontos mais fortes da conversa é a explicação sobre o trabalho invisível da criação digital. Um vídeo curto pode levar minutos para ser gravado, mas existe uma base construída com meses ou anos de produção gratuita, testes, consistência e desenvolvimento de audiência.
    💸 O problema do UGC e a desvalorização do mercado
    Saulo analisa como o crescimento do chamado user generated content criou uma competição desleal no mercado. Marcas passaram a pagar valores cada vez menores por conteúdos produzidos por usuários comuns, criando uma espécie de “leilão de quem cobra menos” que prejudica criadores profissionais.
    🎰 Publicidade de apostas e os limites da influência
    O episódio também entra em um dos temas mais sensíveis da internet hoje: publicidade de apostas e jogos online. Saulo relata propostas financeiras altas para divulgar esse tipo de conteúdo, mas explica por que decidiu nunca aceitar — especialmente pelo impacto negativo que isso pode ter na audiência.
    🍖 Quando a comida vira discussão cultural
    O episódio traz histórias de conteúdos virais envolvendo ingredientes pouco comuns e até vídeos sobre abate de animais para mostrar a origem da carne. A repercussão desses conteúdos revela muito sobre comportamento digital, percepção alimentar e a distância que o consumidor moderno tem da origem da comida.
    🍔 O segredo por trás de restaurantes que quebram
    Saulo também compartilha uma análise interessante sobre gestão gastronômica: muitos restaurantes falham porque cozinhar bem não significa saber administrar um negócio. Ele fala sobre padronização, controle de custos, desperdício de insumos e planejamento — elementos fundamentais para qualquer operação de alimentação.
    🌎 O Brasil como potência digital ainda subestimada
    Outro ponto provocativo do episódio é a visão sobre o Brasil como um dos países que mais consomem internet no mundo. Para Saulo, ainda existe muito espaço para novos criadores — especialmente para quem entende nicho, estratégia e o comportamento real da audiência.
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    [SommCast] Alex Sacramento - Sommelier do Restaurante A Bela Cintra #EP128

    09/03/2026 | 1h 18min
    Alex Sacramento é daqueles profissionais que carregam décadas de história dentro de uma taça. Sommelier do restaurante A Bela Cintra e com quase 40 anos de experiência na restauração, ele passou por algumas das casas mais icônicas da gastronomia paulistana — além de hotéis, importadoras e projetos educacionais no mundo do vinho. Neste episódio do SommCast, o papo mergulha na trajetória de um sommelier “raiz”, que viu o mercado do vinho brasileiro nascer, crescer e se transformar.
    A conversa começa lá atrás, com memórias curiosas da infância e os primeiros contatos com o universo da hospitalidade. Alex conta como entrou no serviço ainda jovem, passando pelo Senac e iniciando carreira em restaurantes que marcaram época em São Paulo. Ao longo do episódio, ele revisita passagens importantes por casas como Café Antique e Figueira Rubaiyat, fala sobre sua experiência como educador e sommelier em importadoras e revela como essas diferentes fases moldaram sua visão sobre vinho, serviço e profissão.
    Mas talvez o ponto mais forte da conversa seja a reflexão sobre o que realmente significa ser sommelier. Alex fala com franqueza sobre o contraste entre a imagem glamurizada da profissão e a realidade do salão: longas jornadas, estudo constante, contato intenso com pessoas e uma dedicação que vai muito além da taça. Um episódio que mistura história, bastidores e aprendizado — essencial para quem quer entender o vinho pelo olhar de quem vive isso todos os dias.

    Destaques

    🍷 Uma vida inteira no salão
    Com quase quatro décadas de experiência, Alex Sacramento representa uma geração de sommeliers formados no serviço. Sua trajetória passa por hotéis, restaurantes icônicos e importadoras, sempre com uma visão clara: antes do vinho, vem a hospitalidade. Para ele, o trabalho do sommelier começa muito antes da garrafa chegar à mesa.
    🍽️ O sommelier como profissional de serviço
    Um dos pontos mais fortes da conversa é a defesa do salão como escola do vinho. Alex levanta uma provocação importante: muitos profissionais hoje querem ser sommeliers sem nunca terem vivido o serviço de restaurante. Para ele, entender ritmo de mesa, postura e leitura de cliente é parte essencial da profissão.
    📚 Formação contínua e estudo constante
    Ao longo da carreira, Alex sempre buscou aprofundar conhecimento técnico e cultural sobre o vinho. Entre cursos e especializações, ele destaca estudos focados em Portugal e na cultura gastronômica ligada ao vinho, mostrando como o aprendizado vai muito além da degustação.
    🇵🇹 A força dos vinhos portugueses
    Hoje no restaurante A Bela Cintra, Alex construiu uma carta fortemente inspirada em Portugal. Regiões como Douro e Alentejo lideram as vendas, mas a carta também explora outras regiões menos óbvias, mostrando a diversidade impressionante de estilos que o país oferece.
    🍇 Substituir o Velho Mundo… com Portugal
    Uma estratégia interessante da carta é usar vinhos portugueses como alternativas a estilos clássicos de outras regiões. Em vez de buscar apenas Borgonha ou Toscana, Alex explora regiões portuguesas que entregam perfis aromáticos e estruturais semelhantes — ampliando a experiência do cliente e valorizando a cultura portuguesa.
    🧠 Harmonização é sobre pessoas
    Mais do que combinar prato e vinho, Alex defende que harmonização começa entendendo o cliente. Cada pessoa tem uma história, um gosto e uma expectativa diferente. O papel do sommelier é justamente traduzir isso em uma escolha que faça sentido naquele momento.
    ⚠️ A glamourização do vinho
    Outro tema importante do episódio é a romantização da profissão. Alex lembra que o dia a dia do sommelier envolve estudo constante, jornadas intensas e muito trabalho de bastidor. O glamour existe — mas é só uma pequena parte da realidade.
    🍾 Vinho como cultura e experiência
    Ao longo da conversa, fica claro que o vinho não é apenas uma bebida. Ele conecta gastronomia, história, território e pessoas. E é justamente essa dimensão cultural que transforma uma simples taça em experiência.
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    [SommCast] Moisés Lacerda - Sommelier e Educador no Grupo Víssimo, Criador da EnoGrand #EP127

    05/03/2026 | 1h 50min
    Algumas trajetórias no mundo do vinho começam com uma taça. A de Moisés Lacerda começou com uma história. Nascido no interior do Ceará, caminhando quilômetros por dia para estudar e trabalhando desde cedo, ele construiu uma carreira que mistura hospitalidade, educação e uma paixão profunda por compartilhar conhecimento. Neste episódio do SommCast, Moisés revela como o vinho entrou na sua vida quase por acaso — e como acabou se tornando o fio condutor de uma trajetória marcada por disciplina, curiosidade e propósito.
    A conversa mergulha na construção dessa carreira: dos primeiros trabalhos em hotelaria em Fortaleza ao salto para São Paulo, passando pelo Hotel Escola do Senac em Águas de São Pedro, onde Moisés se formou sommelier e depois virou professor. Ele conta como a hotelaria moldou sua visão sobre serviço, experiência e hospitalidade — e por que o papel do sommelier vai muito além da taça, envolvendo conexão humana, sensibilidade e trabalho em equipe. O episódio também percorre sua transição para o mundo corporativo do vinho, sua atuação na Grand Cru, a criação de projetos de educação e o impacto que o ensino teve na formação de novos profissionais do setor.
    Mais do que uma história de sucesso no vinho, este episódio é sobre mobilidade, educação e generosidade intelectual. Moisés mostra que o vinho pode ser uma ferramenta poderosa de transformação pessoal e profissional — desde que exista curiosidade, disciplina e vontade de compartilhar conhecimento. Uma conversa inspiradora para quem trabalha no setor, para quem quer entrar nele ou simplesmente para quem acredita que grandes histórias sempre começam com pessoas.

    Destaques

    🏨 Hotelaria: a verdadeira escola do sommelier
    Durante anos no Hotel Escola do Senac, Moisés viveu uma formação que vai além da técnica. Ele explica que a hotelaria ensina algo essencial para qualquer profissional do vinho: hospitalidade real. A experiência do cliente é uma construção coletiva — do porteiro ao sommelier — e entender essa engrenagem muda completamente a forma de atender, recomendar e vender vinho.
    🎓 Ensinar vinho é aprender duas vezes
    Um dos momentos mais ricos do episódio é quando Moisés fala sobre sua experiência como professor. Segundo ele, dar aula é uma das formas mais profundas de aprendizado. Cada turma traz referências sensoriais diferentes, perguntas inesperadas e novas interpretações sobre aromas e sabores — mostrando que o vinho também é uma construção cultural, ligada à memória e à experiência de cada pessoa.
    🧠 Educação como motor do mercado de vinho
    Ao entrar na Grand Cru, Moisés levou consigo a convicção de que educação e negócio precisam caminhar juntos. Ele ajudou a estruturar projetos de capacitação para equipes e consumidores, criando iniciativas que não apenas vendiam vinho, mas também formavam novos apreciadores e profissionais do setor.
    🌎 Da roça no Ceará ao mercado nacional do vinho
    Talvez o ponto mais poderoso da conversa seja a própria história de vida de Moisés. Filho de uma família simples do interior do Ceará, ele caminhava quilômetros por dia para estudar e trabalhou desde cedo para ajudar em casa. Décadas depois, tornou-se um dos grandes educadores do vinho no Brasil — prova de que conhecimento, disciplina e generosidade podem transformar destinos.
    🍇 O papel do sommelier além da taça
    Para Moisés, o sommelier não é apenas alguém que conhece rótulos ou técnicas de degustação. É alguém que cria pontes: entre vinho e comida, entre conhecimento e prática, entre pessoas e experiências. E talvez seja exatamente isso que faz do vinho algo tão poderoso — a capacidade de conectar histórias.
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    [Fala, Máfia] Brunos Lee - Hombre Habano e Eleito Melhor Sommelier de Charutos de 2025 pela ABS #EP01

    04/03/2026 | 2h 43min
    Brunos Lee não caiu no mundo do charuto por acaso — ele construiu esse caminho. De grupos no Orkut a eventos internacionais em Havana, passando por política, encontros em tabacarias e visitas às fábricas, a jornada dele mostra como curiosidade vira conhecimento e como conhecimento vira autoridade. Neste episódio do Fala, Máfia, a conversa vai muito além da fumaça: é sobre mercado, autenticidade, bastidores e o que realmente diferencia um charuto premium de uma ilusão bem embalada.
    Falamos sobre o início amador, os primeiros encontros organizados pela internet, a profissionalização no mercado e o reconhecimento internacional com a nomeação como Hombre Habano na categoria comunicação. Entramos no território espinhoso da falsificação — incluindo o dado alarmante de que, segundo o próprio mercado, 7 em cada 10 charutos cubanos consumidos no Brasil podem ser falsos — e discutimos o impacto da China no preço e na escassez dos cubanos. Também destrinchamos diferenças entre cubanos e nicaraguenses, charutos artesanais e maquinados, congelamento contra pragas e até papel homogeneizado.
    No fim, fica a provocação: você sabe mesmo o que está fumando? Ou está pagando pela anilha e não pelo conteúdo? Esse episódio é para quem quer entender o mercado sem romantização, aprender a consumir com mais consciência e perceber que charuto — assim como vinho — é cultura, história e também estratégia.

    Destaques

    🔥 Da política ao tabaco
    Brunos começou na assessoria política em São Paulo e, paralelamente, frequentava grupos de discussão sobre charuto ainda na era do Orkut. O que era hobby virou rede, encontro presencial e, anos depois, profissão.
    🏆 Hombre Habano e reconhecimento internacional
    Em 2016, Brunos foi nomeado Hombre Habano na categoria comunicação, após indicação do distribuidor oficial brasileiro. Um reconhecimento que valida anos de produção de conteúdo técnico e construção de mercado.
    🚨 O problema dos charutos falsificados
    Segundo dados mencionados no episódio, a cada 10 charutos cubanos consumidos no Brasil, 7 podem ser falsos. Falsificação não é só troca de anilha — pode envolver armazenamento inadequado, ausência de controle sanitário e até uso de produtos químicos.
    ❄️ Charuto é produto vivo
    O tabaco passa por secagem, fermentação e guarda controlada. Para evitar o besouro do tabaco (lasioderma), fábricas utilizam congelamento técnico a cerca de -20 °C por vários dias. Processo caro, mas essencial para garantir qualidade e segurança.
    🌎 O impacto da China no mercado cubano
    A entrada do capital chinês na Habanos S.A. e o aumento da demanda asiática ajudaram a elevar preços e reduzir oferta global. Escassez virou estratégia — e também combustível para falsificação.
    🧵 Artesanal vs. maquinado
    Charutos premium são feitos com folhas inteiras e enrolados à mão. Já os maquinados utilizam fumo picado e, em alguns casos, papel homogeneizado. A diferença não é só técnica — é estrutural na experiência.
    💸 Preço é só matéria-prima?
    A conversa desconstrói a ideia de que valor está apenas no tabaco. Logística, lounge, serviço, posicionamento de marca e estratégia de escassez impactam diretamente o preço final.
    ⏳ O erro do iniciante
    Mais importante que o preço do primeiro charuto é ter tempo para fumar inteiro. Pressa e falta de orientação são os maiores sabotadores da experiência.
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    [SommCast] Tamer Hauache - Sócio da Importadora Qualimais e Stok D’Agua #EP126

    02/03/2026 | 1h 47min
    Empreender está no DNA — mas transformar perrengue em visão estratégica é escolha. No episódio 126 do SommCast, Tamer Hauache abre o jogo sobre sua trajetória: de trainee no mercado financeiro à construção de uma das maiores distribuidoras de água mineral do país. No meio disso tudo? Vinho, família, risco e a coragem de sair do “emprego perfeito” para criar algo próprio.
    A conversa começa leve, com histórias deliciosas (e caóticas) das primeiras experiências com vinho — da fase universitária ao impacto de Napa Valley nos anos 2000. Mas rapidamente o papo ganha densidade: Tamer mergulha na origem sírio-libanesa da família, na mentalidade empreendedora herdada do bisavô que chegou ao Brasil há 100 anos e na decisão ousada de sair do Itaú para fundar, com o irmão, uma distribuidora de água mineral quando o mercado ainda era pouco profissionalizado. De uma Kombi e um sonho no bairro do Limão ao atendimento de grandes redes, hotéis e restaurantes, a história é feita de crescimento orgânico, margem apertada, logística impecável e obsessão por entrega.
    Mas o vinho nunca saiu do radar. Entre viagens, mentorias inesperadas e uma visão clara de sinergia entre água e hospitalidade, Tamer revela como a base construída na água abriu portas para algo maior. Este episódio é sobre visão de longo prazo, construção sólida e a coragem de fazer diferente. Quer entender como logística, cultura familiar e paixão podem se transformar em negócio? Destaques🍷 Vinho como ponto de virada
    O que começou como diversão universitária evoluiu para uma paixão estruturada depois de viagens para Napa Valley no início dos anos 2000. Muito antes de Instagram e Google Maps, a experiência era mapa de papel na mão, porta de vinícola batida sem agendamento e aprendizado na prática. O vinho deixa de ser bebida e passa a ser cultura, memória e visão de mercado.
    🧠 O mentor que mudou o jogo
    Um professor de inglês com histórico como gerente de importadora nos Estados Unidos transforma aulas comuns em verdadeiras imersões no universo do vinho. O aprendizado técnico, a curiosidade e o repertório começam ali — mostrando como um bom mentor pode encurtar anos de tentativa e erro.
    🌍 Herança sírio-libanesa e mentalidade de negócio
    A história do bisavô que saiu da Síria e desembarcou no Brasil molda a identidade empreendedora da família. Coragem para arriscar, adaptação e foco em comércio não são discurso — são herança cultural aplicada na prática.
    💼 Coragem de sair do caminho “seguro”
    Entrar no concorrido trainee do Itaú era o sonho de muitos. Mas Tamer percebe que queria construir algo próprio. A decisão de abandonar a estabilidade para empreender revela uma inquietação típica de quem não nasceu para seguir manual pronto.
    🚛 Água mineral como escola de gestão
    De uma Kombi e um galpão pequeno no Limão ao atendimento de grandes hotéis e restaurantes, a empresa cresce de forma orgânica, reinvestindo lucro e profissionalizando um mercado pouco estruturado. Margens apertadas, logística eficiente e obsessão por entrega viram diferencial competitivo.
    🏨 Hospitalidade como responsabilidade
    Água é o único produto que não pode faltar em restaurante ou hotel. Essa mentalidade molda toda a operação: eficiência, estoque, capilaridade e prontidão. A base da hospitalidade começa na água — e isso cria sinergia direta com o universo do vinho.
    📈 Visão estratégica e expansão
    Enquanto muitos tentavam vender novos produtos a qualquer custo, a decisão foi manter foco, crescer com consistência e só diversificar quando houvesse estrutura sólida. Crescimento sustentável, profissionalização e leitura de mercado são os pilares dessa trajetória.
    Este episódio vai além do vinho. Ele fala sobre construir algo do zero, aprender com o chão de fábrica e entender que hospitalidade começa na água — mas pode terminar na taça.

    Se você gosta de histórias reais, decisões difíceis e visão estratégica aplicada ao universo da gastronomia e hospitalidade, esse papo é para você. 🍷🎙️

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Sobre SommCast TV

O SommCast TV é um espaço para quem gosta de sentar à mesa, servir uma taça, puxar uma boa conversa e deixar a história acontecer. Aqui, bebidas, gastronomia, viagens, cultura e experiências se encontram de forma leve, curiosa e humana. Cada episódio nasce do prazer de descobrir, provar, ouvir e compartilhar — sem pressa, sem regras rígidas, sem fórmulas prontas. O SommCast TV transforma encontros em histórias e histórias em experiências. É sobre o ritual do copo, o sabor da comida, o caminho da viagem, o contexto por trás de cada escolha e as pessoas que dão sentido a tudo isso. Se você ac
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Generated: 3/12/2026 - 6:43:02 AM