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Economia Falada

Ricardo Amorim
Economia Falada
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  • Economia Falada

    Shot Econômico #450 – A demanda da China acelerou nossa economia. O próximo motor pode estar na Índia.

    22/1/2026 | 2min
    O Brasil não faz a lição de casa.
    E quando isso acontece, quem manda no nosso destino são os fatores externos.
    O que seria essa lição de casa?
    Colocar as contas públicas em ordem, melhorar o ambiente de negócios, qualificar melhor a mão de obra, investir mais em máquinas e equipamentos…
    Nada disso avançou como deveria. Por isso, o que mais impactou o Brasil nos últimos anos veio de fora.
    Um dos maiores exemplos foi a ascensão da China.
    A partir da abertura econômica no fim dos anos 1970, o país cresceu em média 8% ao ano por décadas. A economia dobrava de tamanho a cada nove anos, com crescimento populacional baixo. Resultado: renda per capita disparando.
    Centenas de milhões de pessoas passaram a comer mais e melhor, a demanda por proteína animal explodiu.
    Para o Brasil, com terra, água, clima favorável e ganhos de produtividade no campo, isso mudou tudo.
    Não por acaso, as regiões que mais cresceram no país nas últimas décadas estão no interior, especialmente no Centro-Oeste.
    Hoje, a renda per capita chinesa já é maior que a brasileira. Aquela explosão de demanda ficou para trás e o próximo movimento vem da Índia, que hoje tem renda per capita parecida com a da China no fim dos anos 1990 e cresce em ritmo forte.
    A pergunta é simples: quando essa nova onda vier, o Brasil vai estar preparado ou vai, mais uma vez, depender só da sorte externa?
    Confira essa entrevista completa ao podcast dos Nagles: https://bit.ly/ricam-nagles-podcast

    brasil #china #economia #agro #ricardoamorim #video #podcast #proprios #3m #vd


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  • Economia Falada

    Shot Econômico #449 – Falências batendo recorde e não é só no Brasil.

    22/1/2026 | 1min
    O Brasil vive um paradoxo: nunca tivemos tão pouca gente desempregada, mas a inadimplência e as falências – de pessoas e empresas – atingiram os maiores níveis desde 2017. A razão tem nome e sobrenome: juros altíssimos.
    A grande surpresa é: não é só aqui. Nos EUA, a economia mais forte do mundo, as falências empresariais também bateram o recorde da última década. Só que a causa é outra.
    No Brasil: o crédito caro sufoca. Empresas, especialmente as PMEs, não conseguem rolar dívidas ou investir. O “remédio” para a inflação virou um veneno para o crescimento.
    Nos EUA: o tarifaço de Trump. Barreiras comerciais encareceram insumos, desorganizaram cadeias de produção e espremeram as margens. Quem pagou a conta? As pequenas e médias empresas, que não têm fôlego para absorver o choque.
    Duas potências e dois caminhos, um destino trágico para muitos negócios. A lição é clara: não basta ter crescimento econômico. É preciso ter crescimento EQUILIBRADO.
    Políticas mal desenhadas, seja aqui ou lá, sempre deixam um rastro de destruição. E a sua empresa, como está navegando neste cenário?

    #economia #brasil #eua #negocios #empresas #ricardoamorim #video #vp #proprios #2m


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  • Economia Falada

    Shot Econômico #448 – Política fiscal brasileira é insustentável. A conclusão é dos próprios órgãos públicos.

    21/1/2026 | 2min
    Não sou eu, a oposição ou o “mercado” que está dizendo. Agora são os próprios órgãos do governo: a conta não fecha.
    Quando os alertas sobre a insustentabilidade fiscal vêm de relatórios do IPEA, ligado ao governo e da IFI – órgão independente do Senado – o sinal de perigo deixa de ser amarelo e se torna vermelho vivo.
    O problema é simples e brutal: as despesas crescem muito acima das receitas, mesmo com o aumento de impostos.
    O diagnóstico oficial é claro:
    Estrangulamento da máquina: menos dinheiro para o básico, como manutenção e investimentos.
    Prejuízo ao crescimento: sem investimento público, o potencial de gerar empregos e renda diminui.
    Malabarismo contábil: o “novo arcabouço fiscal” é uma formalidade que não impede a deterioração real das contas públicas.
    A conclusão desses estudos é que, se nada mudar, uma crise é inevitável: queda forte da atividade econômica, mais inflação e juros ainda mais altos.
    A questão não é “se” a crise virá, mas “quando”. Com sorte, ela não se materializa antes de 2030. Mas quem, em sã consciência, aposta a prosperidade de um país na sorte?
    Quando até os fiscais da festa avisam que o orçamento estourou, já passou da hora de parar a música e cortar os gastos gigantescos e ineficientes.
    Você acredita que o governo terá a coragem de fazer os cortes necessários? Comente abaixo.

    #gastospublicos #economia #governo #brasil #ricardoamorim #2m #proprios #video #vp


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    Shot Econômico #447 – E se os bancos centrais começarem a comprar commodities?

    21/1/2026 | 2min
    E se os bancos centrais do mundo estivessem prestes a reescrever as regras do jogo financeiro?
    Por décadas, a cartilha foi clara: comprar títulos do tesouro americano, euros e, claro, ouro. Só que o tabuleiro geopolítico virou. Crises, guerras e cadeias de suprimentos rompidas nos mostraram que depender de poucos ativos é arriscado.
    Agora, imagine um mundo onde os bancos centrais começam a estocar petróleo, cobre, lítio e grãos não como especulação, mas como reserva estratégica. Em um cenário onde segurança energética e alimentar virou sinônimo de poder, isso não é só possível, é provável.
    O impacto? Imenso.
    Commodities virariam o novo ouro, com preços disparando.
    Países ricos em recursos, como o Brasil, ganhariam uma relevância geopolítica sem precedentes.
    O dólar poderia cair por aqui, ajudando a controlar nossa inflação, enquanto o resto do mundo lidaria com custos mais altos.
    Isso não é uma teoria da conspiração. O Banco Central do Brasil já aumentou suas reservas de ouro em 35% recentemente por razões parecidas: proteção e soberania.
    A pergunta não é SE isso pode acontecer, mas se você e sua empresa estão preparados para QUANDO acontecer.

    #bancocentral #commodities #economia #petroleo #ricardoamorim #video #proprios #vp #3m


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    Shot Econômico #446 – A Reforma Tributária não é neutra. Ela redistribui poder, arrecadação e competitividade.

    20/1/2026 | 2min
    Quando olhamos para quem ganha e quem perde com a nova divisão de arrecadação, o desenho fica claro.
    O Governo Federal ganha mais dinheiro. Os municípios, no total, também ganham. Já os estados, na média, perdem, mas isso não acontece de forma igual. Entre os estados, haverá ganhadores e perdedores.
    A lógica central muda com a nova sistemática do imposto sobre consumo.
    Estados onde o consumo é maior do que a produção tendem a ganhar arrecadação.
    Estados onde a produção é maior do que o consumo tendem a perder.
    É por isso que, de forma geral, o Centro-Oeste sai perdendo.
    Grandes áreas, produção elevada, consumo relativamente menor.
    No caso dos municípios, a conta é ainda mais complexa.
    No agregado, eles não perdem, mas individualmente, alguns ganham e outros perdem, dependendo da estrutura econômica local.
    Reforma Tributária não é neutra.
    Ela redistribui poder, arrecadação e competitividade.

    icms #estados #governofederal #reformatributaria #economia #ricardoamorim #video #vp #2m #proprios


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