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    #242 – Além do Princípio do Pudor, com Jurandir Freire Costa

    02/03/2026 | 1h
    Neste episódio que abre a 11ª temporada do Filosofia Pop, Marcos Carvalho Lopes conversa com Jurandir Freire Costa sobre o livro Além do Princípio do Pudor. A partir de Freud e da tradição psicanalítica, o diálogo aborda a formação das massas, o papel das paixões na vida política, experiências de desenraizamento social e os desafios contemporâneos da democracia. Uma reflexão sobre cultura, subjetividade e vida pública no presente.

    Tópicos abordados na entrevista

    Neste episódio, a conversa com Jurandir Freire Costa percorre os seguintes eixos:

    A releitura de Psicologia das Massas e Análise do Eu, de Freud, cem anos depois.

    As três formulações freudianas da cultura: lei, suplência simbólica e identificação com o líder.

    A formação das massas como resposta ao desamparo.

    O conceito de “paixão” (paixão por si, por ser instrumento e pela crueldade) como chave para compreender fenômenos políticos contemporâneos.

    O risco de patologizar crenças sociais e a necessidade de uma análise ética da normatividade.

    Desenraizamento, ressentimento e identidades ameaçadas no Brasil atual.

    Autoritarismo, escolas militarizadas e regressão democrática.

    Religião: crítica ao clericalismo e defesa da dimensão estruturante da experiência espiritual.

    A popularização da psicanálise, seus riscos de banalização e os desafios decoloniais.

    Psicanálise e esfera pública: clínica, política e responsabilidade cultural.

    A ideia de natalidade em Hannah Arendt como horizonte de recomeço.

    Referências e textos citados ou mencionados

    Obras de Sigmund Freud

    Massenpsychologie und Ich-Analyse

    Totem und Tabu

    Die Zukunft einer Illusion

    Das Unbehagen in der Kultur

    Obras de Jurandir Freire Costa

    Além do Princípio do Pudor

    Ética e o Espelho da Cultura

    Razões Públicas, Emoções Privadas

    Autores e obras mencionados na conversa

    Georges Canguilhem

    Hannah Arendt

    William James – The Varieties of Religious Experience

    Richard Rorty

    Cornel West

    Christian Dunker

    Vladimir Safatle

    Tales Ab’Sáber – O Soldado Antropofágico

    Contardo Calligaris – O Grupo e o Mal

    Arnaldo Miranda – Iluminismo das Sombras

    Deivison Faustino – Frantz Fanon e as encruzilhadas: Teoria, política e subjetividade, um guia para compreender Fanon

    Elizabeth Danto – história das clínicas públicas de psicanálise

    O Filosofia Pop é um podcast que aborda a filosofia como parte da cultura. A cada 15 dias, sempre às segundas-feiras, a gente vai estar aqui pra continuar essa conversa com vocês. Intercalando com nossos episódios normais de quando em quando vamos apresentar episódios de entrevistas temáticas especiais. O episódio de hoje que é uma parceria com o projeto de extensão Filosofia, Cultura popular e Ética, desenvolvido na Universidade Federal de Jataí.

    Lembrando que você pode encontrar o podcast filosofia popo no twitter, instagram, Facebook e outras redes sociais. Nosso email é [email protected]

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    Esta disponível para download gratuito o livro Tcholonadur: entrevistas sobre filosofia africana. Este é um projeto que reúne 34 entrevistas com pensadores que estão moldando a filosofia africana fora da lusofonia. Com prólogo de Filomeno Lopes; Prefácio de Severino Ngoenha e Ergimino Mucale, “Tcholonadur” oferece uma oportunidade imperdível de mergulhar nas ideias e pensamentos que estão moldando o futuro da filosofia africana. https://filosofiapop.com.br/texto/tcholonadur/livro-tcholonadur-entrevistas-sobre-filosofia-africana/

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    #241 – Esperança Ativa, com Luiz Eduardo Soares

    22/12/2025 | 1h 19min
    No episódio 241 do Filosofia Pop, intitulado ‘Esperança Ativa’, Marcos Carvalho Lopes recebe novamente o antropólogo, cientista político e escritor Luiz Eduardo Soares para uma conversa que parte do contexto sombrio do final de 2025 – com o avanço da ultradireita global, a aprovação de uma anistia disfarçada no Senado brasileiro, o genocídio em Gaza e massacres em favelas do Rio . A questão é como preservar a capacidade de pensar criticamente e agir em meio à barbárie.

    Luiz Eduardo Soares defende uma esperança militante e ativa, que não espera milagres passivamente, mas reconhece o ‘milagre laico’ da criação humana em momentos de ruptura. Ele alerta para o risco de desistência entre jovens críticos e celebra experiências como o projeto de Educação de Jovens e Adultos (EJA) na Maré, onde a prática pedagógica libertadora, inspirada em Paulo Freire, fortalece a autonomia, o pensamento crítico e o respeito mútuo.

    Uma conversa que termina com um convite à perseverança: pensar é agir, e a esperança só se mantém viva quando exercida coletivamente.

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    #240 – Avesso de Marx, com Crisóstomo de Souza

    01/12/2025 | 1h 48min
    Este é o nosso episódio de número 240 e hoje recebemos o filósofo José Crisóstomo de Souza para uma conversa sobre o livro O avesso de Marx. A proposta de Crisóstomo é descentralizar Marx, afastando-se tanto do comunismo especulativo, quanto do Humanismo especulativo, valorizando seu materialismo prático.

    Em 2019, no nosso episódio 79, conversamos com o professor José Crisóstomo sobre a sua proposta de uma poética pragmática.

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    #239 – Kojin Karatani, com Maikel da Silveira

    24/11/2025 | 1h 50min
    Este é o nosso episódio de número 239 e hoje recebemos o filósofo e editor Maikel da Silveira para uma conversa longa e extremamente rica sobre o pensador japonês Kōjin Karatani.

    No episódio de hoje do Filosofia Pop, Maikel (que frente da primeira tradução brasileira da obra principal de Karatani, A Estrutura da História Mundial, prevista para março de 2026 pela Editora Machado) nos apresenta a trajetória intelectual desse filósofo japonês ainda pouco conhecido no Brasil, mas já considerado um dos maiores pensadores vivos do Japão e ganhador, em 2022, do prestigioso Berggruen Prize, muitas vezes chamado de “Nobel da Filosofia”.

    Partindo de sua própria experiência acadêmica e política, Michael explica como chegou a Karatani a partir de uma crítica ao populismo de esquerda, mostra como o japonês reelabora Marx a partir de uma leitura transversal com Kant, expõe a famosa teoria dos modos de troca (A, B, C e o retorno do modo D), o nó borromeu capital–Estado–nação e a proposta política do associationism como alternativa real ao capitalismo-nação-Estado. Tudo isso atravessado por uma perspectiva única: a de alguém que viveu a modernização acelerada e forçada do Japão pós-guerra e que, a partir daí, consegue ver fissuras que muitos teóricos ocidentais simplesmente não enxergam.

    Resumo dos temas principais abordados na entrevista

    Quem é Kōjin Karatani

    Filósofo japonês nascido em 1941, um dos maiores pensadores vivos do Japão;

    Ganhador do Berggruen Prize 2022 (“Nobel da Filosofia”);

    Trajetória que vai da crítica literária (anos 60-70) ao marxismo japonês (influência de Kozo Uno), passando pelo estruturalismo, pós-estruturalismo e diálogo com Derrida, Jameson, De Man, etc.

    Como Michael Silveira chegou a Karatani

    Via crítica ao populismo de esquerda (mestrado com Laclau → conclusão de que populismo é sintoma e resposta precária à crise de representação);

    Doutorado orientado pela necessidade de pensar a articulação entre política nacional e economia mundial → Karatani como resposta.

    Ideias centrais de Karatani

    O nó borromeu da modernidade: Capital – Estado-nação – Nação (com dominância do capital);

    Teoria dos modos de troca (base de toda a sua filosofia da história): • Modo A: reciprocidade de dádiva (clã, comunidade primitiva) • Modo B: dominação e proteção (Estado imperial antigo) • Modo C: mercadoria (capital) • Modo D: retorno em nível superior da reciprocidade (associationism, redes de ajuda mútua transnacionais)

    História como repetição e recombinação desses modos, não como progresso linear;

    Conceito de “paralaxe” (depois popularizado por Žižek);

    Crítica ao nacionalismo e ao estatismo; proposta política do New Associationist Movement (NAM) e do “modo D” como alternativa real ao capitalismo.

    Posição “entre-lugares”

    Perspectiva privilegiada do Japão (modernização forçada pós-guerra) permite ver fissuras que teóricos ocidentais não enxergam;

    Comparação com a posição “marrana” de Spinoza: crítica simultânea à tradição própria e à ocidental, sem conciliação fácil, mantendo a tensão (stay with the trouble).

    Recepção e atualidade

    Ainda quase desconhecido no Brasil (nenhum livro traduzido até agora);

    Primeira tradução brasileira: A Estrutura da História Mundial (Editora Machado, março 2026, trad. Alain Ilane);

    Por que marxistas tradicionais rejeitam (abandona “modos de produção” por “modos de troca”);

    Indicações feitas por Michael Silveira no episódio

    Livros

    Kōjin Karatani – A Estrutura da História Mundial (Editora Machado, lançamento março 2026)

    André Castro – A Luta que Há nos Deuses: do bolsonarismo à extrema-direita evangélica (Editora Machado)

    Houria Bouteldja – Permanecer Bárbaros: não brancos contra o império (prefácio de Acauã Oliveira)

    Euclides Mance – Uma Economia da Libertação (4 volumes, em lançamento)

    Gabriel Tupinambá – O desejo da psicanálise

    Gabriel Tupinambá et al. – Atlas da Política Experimental (GLAC Editora, organizado com base nos modos de troca de Karatani)

    Investigar, Compor e Continuar (livro interno do Espaço Comum de Organizações, também baseado em Karatani)

    Música

    Marcelo D2 – Manual Prático do Novo Samba (disco mais recente)

    Audiovisual / Anime

    One Piece (muito recomendado no momento atual, inclusive por aparecer em protestos da geração Z)

    Leitura complementar já disponível em outras línguas

    Transcrítica (Transcritique) – já existe tradução em espanhol

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    #238 – Pardo, com Flavia Rios

    17/11/2025 | 1h 10min
    Este é o noso episódio 238 e nele recebemos a socióloga Flávia Rios para uma conversa sobre o conceito de Pardo.

    Flavia Mateus Rios é docente da Universidade de São Paulo (USP) e Bolsista Produtividade do CNPq (C). Durante o estágio doutoral (USP, 2011-2024), foi Visiting Student Researcher Collaborator em Princeton University, com bolsa Sanduíche da FAPESP (2013). Atualmente coordena o grupo de pesquisa Hierarquias Raciais em Sociedades de Classes do PPGS/USP. Integrou o quadro docente da Universidade Federal de Goiás(2016-2017) onde coordenou o PIBID-Ciências Sociais. Foi Diretora do Instituto de Ciências Humanas e Filosofia (2023-2025) e também professora adjunta da Universidade Federal Fluminense(2018-2025), onde foi coordenadora do curso de Ciências Sociais- Licenciatura(2020-2021). É fundadora e ex-coordenadora do Grupo de estudos e Pesquisa Guerreiro Ramos (NEGRA) e integra o programa de pós-graduação em sociologia(PPGS). Integrou o Comitê Científico do AFRO/CEBRAP e do Projeto “As responsabilidades de empresas por violações de direitos durante a Ditadura” (CAAF/Unifesp). Coordenou o projeto “Gestão municipal da igualdade racial e políticas inclusivas de educação e trabalho no município de Niterói: estudos e ações para sua implementação” (PDPA/FEC, 2020-2024) e o projeto ” Origens e destinos: uma avaliação da política de cotas universitárias e seus efeitos no mercado de trabalho” (CNPq 2021-2025). Integrou o grupo de trabalho da Advocacia Geral da União (AGU), em 2023. É associada à ANPOCS, SBS, LASA e BRASA. Tem experiência na área de Sociologia Política e da Cultura, com ênfase nos estudos sobre ação coletiva, teorias interseccionais, relações raciais e de gênero, Ditadura Militar e democracia, feminismos negros e políticas de ações afirmativas no ensino superior.

    Resumo dos Temas Abordados

    O que é “pardo”: Categoria oficial do Estado brasileiro desde o censo de 1872 (IBGE), inicialmente para agregar populações miscigenadas (mestiças); flutuante ao longo do tempo, hoje o maior grupo demográfico no censo de 2022.

    Disputas pela categoria: Movimentos negros ressignificam “pardo” como parte da identidade negra; Estado usa para reforçar ideologia de mestiçagem e embranquecimento; tensão entre história oficial e lutas sociais por protagonismo indígena e africano.

    Mito da democracia racial e utopia do Brasil mulato: Elogio à mestiçagem como positividade (modernidade, orgulho nacional), mas crítica às desigualdades ocultas (protagonismo estético/sexual vs. exploração, como mulatas no carnaval x empregadas domésticas).

    Experiências contemporâneas: Indignação de imigrantes africanos com perguntas sobre cor; “lugar intermediário” do pardo (sem identificação positiva, como citado por Caetano Veloso); amplificação de tensões via redes sociais.

    Pesquisas atuais de Flávia Rios: Internacionalização da obra de Lélia Gonzalez; intelectuais negros na ditadura militar; movimentos indígenas de retomada (crescimento demográfico e lutas por ancestralidade).

    Conceito de filosofia: Perplexidade/subversão frente ao mundo; influência de Lélia Gonzalez como “filosofia afrolatinoamericana”.

    Indicações culturais: Livros, filmes e autores para refletir identidade, memória e desconforto.

    Indicações Feitas no Episódio

    Livros/Autores:

    Leonardo Padura (romances policiais cubanos, poética da investigação existencial).

    Carolina de Jesus (“Quarto de Despejo” – autora do detalhe e do descarte, modernidade a contrapelo).

    Conceição Evaristo (provoca reflexões sobre memória).

    Machado de Assis (ironia ácida e cortante).

    Luiz Alfredo Garcia-Roza (romances policiais ambientados no Rio, para “investigar a paisagem”).

    Filmes:

    “A Melhor Mãe do Mundo” (filme brasileiro recente, forte e impactante).

    “O Homem com H” (reviravolta na sensibilidade brasileira).

    Quentin Tarantino (estética da vingança, aprendida a apreciar).

    Spike Lee (temas que “põem o dedo na ferida”; técnica de câmera que gera desconforto).

    Obras organizadas por Flávia Rios (divulgadas no final):

    “A Questão do Pardo no Brasil”.

    “Lélia Gonzalez: Por um Feminismo Afro-Latino-Americano” (de Lélia Gonzalez, org. com Márcia Lima).

    “Dicionário das Relações Étnico-Raciais Contemporâneas” (org. com Márcio André dos Santos e Alex Ratts).

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