Não se refazem os homens com os cosméticos e as homeopatias. São necessárias curas radicais e ferozes.
É preciso cortar onde se deve cortar, e queimar onde houver podridão, e jogar fora do ninho macio do hábito
quem não conhece a fresca fúria do vento e a salutar gelidez da neve, senão através das janelas de sua casa.
E se o ar vos cortar a respiração e vos sufocar tanto pior para vós e tanto melhor para os coveiros (G. Papini,
“Um homem acabado”, Clube do livro, São Paulo 1945, pp.100-101).