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Para dar nome às coisas

Natália Sousa
Para dar nome às coisas
Último episódio

329 episódios

  • Para dar nome às coisas

    S08EP325 - Para toda mudança grande

    13/05/2026 | 32min
    O que eu queria te dizer é: eu não sei qual processo de mudança você está tentando fazer aí. O que eu sei é que em algum momento você vai sentir vontade de voltar para velha vida, porque a nova ainda não tem forma. A sensação é de estar andando num terreno que, daqui um tempo vai ser uma casa, mas ainda não é. Por ora, é só um amontoado de tijolos.
    E o que eu queria te dizer, é o mesmo que eu digo para mim: controle a sua vontade de que os seus processos sejam instantâneos. A vida não acompanha nossa tendência megalomaníaca de resolver tudo. Na vida real, a vida acontece no miudinho mesmo. Às vezes, você vai querer ver a casa pronta logo para acreditar na mudança, mas acredite: é de tijolo em tijolo, que a gente constrói a nova vida. É por aí que vai o episódio dessa semana, você vem?
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    S08EP324 - Para onde foi o seu frio na barriga?

    06/05/2026 | 31min
    Só que como ser adulto é reconhecer nossas infantilidades e ir além delas, mais tarde eu olhei nos olhos dessa minha parte e disse o que eu falaria para uma criança: “só tem um jeito de ficar fácil e é se você tentar.” No dia seguinte, eu estava lá de novo, ainda ruim, mas um pouco mais humilde, e confessando pro professor: talvez você precise me explicar muitas vezes, porque eu nunca fiz luta e porque…bem…é… algo novo.
    E cada vez que o meu ego tentava me apavorar e me fazer sair correndo, como quem aperta um alarme de incêndio, eu me repetia: “é assim mesmo. E você não precisa ser a protagonista que manda bem em tudo aqui.”
    É justamente por isso que é difícil ter hobbie e experimentar novas coisas na vida adulta, porque as letras pequenas dessa experiência vão dizer: você vai ser ruim. Às vezes muito ruim. E se a gente deixar nosso instinto escolher, a gente vai viver uma vida de manutenção das coisas já testadas, porque quanto mais a gente vai envelhecendo, menos tolerante a gente fica para viver coisas que desafiam o nosso ego.
    É por aí que vai o episódio dessa semana, cê vem?
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    S08EP323 - Autoconhecimento: o que eu não estou vendo?

    29/04/2026 | 35min
    Por que diante de uma mesma situação, duas pessoas podem agir de formas tão diferentes? O que faz com que a gente se comporte de um jeito e não de outro? As respostas para essas perguntas invadiram a minha cabeça numa tarde de domingo, quando Amanda e eu decidimos fazer um omelete.
    Ela começou a picar o queijo e já colocar dentro da vasilha em que a gente faria o omelete e eu quebrei a casca do primeiro ovo e fui direto colocar dentro da mesma vasilha também. Foi quando ela deu um grito assustado, dizendo: NÃO! E a minha primeira resposta, também assustada, foi: o que aconteceu? E ela disse: o ovo, o ovo pode estar estragado, tem que quebrar em outra vasilha antes de misturar tudo. E eu respondi: ai, nem lembrei, eu nunca lembro, acho que é porque, por incrível que pareça, eu nunca peguei um ovo estragado.
    Naquele dia, nem eu nem a Amanda sabíamos: mas aquela cena era uma ilustração real e ótima sobre o que uma psicóloga chamada Emma Reed Turrel chama de teoria dos pontos cegos. E é por aí que vai o episódio dessa quarta-feira, cê vem?
    edição: @‌valdersouza1 identidade visual: @‌amandafogaca
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    S08EP322 - Para viver uma vida boa

    22/04/2026 | 31min
    A gente conversava sobre uma notícia que eu tinha lido. Era de uma professora que ao tomar uma decisão irreversível, dizia: “tive uma vida deliciosa”. Tinha muitas coisas naquela história que geravam comentários, mas eu fiquei atravessada por aquela frase.
    Quão grandiosa pode ser uma vida em que o julgamento final é esse: “tive uma vida deliciosa?”. Por isso, a Amanda me fez aquela pergunta: “mas o que você acha que é preciso para alcançar isso?” A gente não sabia, mas a cena que veríamos minutos depois, ia responder isso. É por aí que vai o episódio dessa semana, cê vem?
    identidade visual: @‌amandafogaca
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    S08EP321 - Apego: carregar ou seguir

    15/04/2026 | 32min
    Eu ia precisar de alguns anos a mais para entender que muitas vezes a gente se apaixona por coisas e pessoas pela forma com que elas nos fazem sentir. E que isso não se perde, nem se rouba, nem quando a coisa ou pessoa vai embora, por que o que a gente sente é nosso. Mas naquele momento, eu achava que se eu levasse aquele pedacinho daquele lugar, eu ia ter ele comigo.
    O que eu não sabia é que, minutos depois, algo ia acontecer, fazendo com que uma voz dentro de mim dissesse: "você vai precisar decidir entre seguir ou carregar isso. As duas coisas não dá, Natália.” E sem saber naquela época, essa foi a primeira lição sobre apego que eu tive. Te conto tudo nesse episódio.
    identidade visual: @‌amandafogaca | texto: @‌natyops
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Sobre Para dar nome às coisas
Oi, meu nome é Natália Sousa, sou jornalista, roteirista, escritora e comunicadora. Viciada em autoconhecimento, conversas profundas e mergulhos internos (mesmo quando desconfortáveis), criei o Para dar Nome às Coisas para ser uma mesa de bar na web. Aqui compartilho histórias que eu vivi e que eu só contaria numa mesa de boteco, no sofá de casa ou num divã de psicanalista - de um jeito honestão e em primeira pessoa. A cada play você vou te guiar por uma viagem sobre medo, fracasso, coragem, recomeço, dor e tudo o mais que atravessa uma vida viva.
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