O PSD ainda não atirou a toalha ao chão na reforma laboral e confia que, passados os "vendavais" no posicionamento do Chega sobre o tema, ainda seja possível aprovar uma nova lei do trabalho. Em entrevista à Renascença e ao Público, Alexandre Poço, vice-presidente do PSD e da bancada parlamentar do partido, não adianta que cedências concretas poderão ser feitas na negociação, mas deixa o aviso: "Não podemos sacrificar as nossas convicções no altar do diálogo." Pelo meio, critica o partido de André Ventura citando Pedro Passos Coelho: "Não podemos ter posições postiças."