A Psicologia Onde Não a Vemos
Frederico Zezola - Psicologia

Último episódio
73 episódios
- É possível amar verdadeiramente alguém e, ainda assim, perceber que a relação chegou ao fim?
Neste episódio exploramos uma das experiências mais difíceis e menos compreendidas da vida amorosa: quando o amor permanece, mas deixa de ser suficiente para sustentar um projeto de vida em comum.
Começamos por refletir sobre os motivos que parecem mais evidentes, como a violência, a traição ou o desrespeito, para depois mergulharmos na realidade, muitas vezes mais silenciosa, de casais que continuam a gostar um do outro, mas que se vão perdendo entre incompatibilidades, projetos de vida diferentes, necessidades emocionais não satisfeitas, desgaste, desencontros e uma intimidade que se transforma ao longo do tempo.
Falamos ainda sobre a forma como o amor pode mudar sem desaparecer, porque é que continuar a amar não significa necessariamente continuar a ser um casal, o sofrimento de quem termina e de quem é deixado, o luto após a separação, o difícil equilíbrio entre manter ou não contacto e como reconstruir a identidade quando um “nós” volta a transformar-se num “eu”.
Um episódio para quem está a viver uma separação, para quem tenta compreender uma decisão difícil ou simplesmente para quem acredita que as relações humanas são muito mais complexas do que a ideia de que “se existe amor, tudo se resolve”. - Há momentos em que parece que tudo desaba: uma perda, uma separação, um diagnóstico, um despedimento, uma desilusão ou simplesmente uma fase em que deixamos de reconhecer quem somos. Nestes momentos, muitas pessoas perguntam-se: “Como é que se sobrevive a isto?” Neste episódio falamos sobre aquilo que a Psicologia sabe acerca da forma como o cérebro reage ao sofrimento, porque é que algumas dores parecem intermináveis e, sobretudo, o que realmente ajuda a atravessar as fases mais difíceis da vida. Não existem fórmulas mágicas, mas existem caminhos que nos permitem continuar, mesmo quando ainda nos parece difícil voltar a sorrir.
- Neste episódio de A Psicologia Onde Não a Vemos, falamos sobre a necessidade de controlar tudo. Porque é que o nosso cérebro procura tanta previsibilidade? Porque é que a incerteza nos deixa tão desconfortáveis? E, acima de tudo, como podemos distinguir aquilo que realmente está nas nossas mãos daquilo que nunca esteve?
Vamos explorar o que a psicologia nos diz sobre o controlo, a ansiedade e a ilusão de previsibilidade, com exemplos do dia a dia e estratégias práticas para viver com mais tranquilidade, sem a pressão de tentar controlar o que nunca dependeu de nós. - Já deixaste de ir ao cinema, a um restaurante, viajar ou simplesmente passear porque não tinhas companhia? Porque é que, para tantas pessoas, fazer coisas sozinho parece desconfortável, embaraçoso ou até triste?
Neste episódio falamos sobre a diferença entre solidão e isolamento, porque é que temos tanto medo de parecer sozinhos aos olhos dos outros e como a necessidade constante de companhia pode, sem darmos conta, limitar a nossa liberdade. Exploramos o papel da autoestima, da ansiedade social, da necessidade de validação e da forma como fomos educados a associar felicidade à presença de outras pessoas.
Mais do que aprender a estar sozinho, talvez o verdadeiro desafio seja aprender a estar bem connosco próprios. Porque quando conseguimos desfrutar da nossa própria companhia, deixamos de depender dos outros para viver experiências, tomar decisões ou simplesmente aproveitar a vida.
Um episódio sobre autonomia, liberdade psicológica e a relação mais longa que todos teremos: a relação connosco. - Há quem consiga ignorar uma pessoa a mastigar de boca aberta, uma caneta sempre a clicar ou o som das unhas no teclado. E há quem sinta uma irritação quase impossível de controlar. Mas será apenas falta de paciência ou existe uma explicação científica?
Neste episódio, vamos perceber porque é que determinados sons provocam reações tão intensas, o que é a misofonia, como o cérebro processa estes estímulos, porque é que algumas pessoas são muito mais sensíveis do que outras e de que forma as emoções, o stress e as experiências de vida podem amplificar tudo isto. Pelo caminho, vamos desmontar alguns mitos e descobrir porque é que um simples barulho pode dizer muito mais sobre o funcionamento do nosso cérebro do que imaginamos.
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Sobre A Psicologia Onde Não a Vemos
A Psicologia não vive apenas nos gabinetes. Vive nos cafés, nas filas, nos silêncios, nos gestos pequenos e nos pensamentos que temos sem perceber.
“A Psicologia onde não a vemos” é um podcast sobre situações diárias que revelam quem somos, porque fazemos o que fazemos e o que isso diz sobre a nossa vida emocional, mesmo sem entendermos que tem uma explicação científica. Em cada episódio vemos o lado invisível do comportamento humano, de forma leve, útil e surpreendente.
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