Em entrevista à Renascença, Mário Mourão acusa Governo e patrões de negociarem a revisão da lei laboral numa frente unida, em que a UGT é o “arguido”, e diz que não voltará a participar sozinho. Defende que a CGTP seja incluída nos trabalhos e critica o líder parlamentar do PSD, “que exigiu ao PS que ponha ordem na UGT”. Diz que 15 artigos impedem, neste momento, um acordo e avisa os deputados que, sem a assinatura da UGT, “volta tudo atrás”, o governo entrega no parlamento a proposta inicial.